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Uma pontinha de inveja ou de saudades parvas, eis a questão

Um pouco por todo o lado já se ouve falar do início das aulas, do material escolar, dos transportes públicos a usar, das novas turmas, dos novos horários, das novas vidas. Este ano não tenho de pensar em nada disto, o que me desperta, no mínimo, uma sensação estranha, muito estranha.

De um Memorial

Só para que saibam, quando mencionei o objectivo de ler um livro de duas em duas semanas, não me estava a referir ao Memorial do Convento , dado que esse vai dar-me trabalho para umas quantas semanas, ou eu não me confundisse toda com os diálogos enriquecidos de vírgulas e mais vírgulas. Claro está que o mérito de Saramago não está em aqui causa. Talvez esteja a minha compreensão, quem sabe!

Traços

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A minha fraqueza vai traçando a linha de uma pequena concha, onde, por entre mórbidos e ocultos sonhos, desejo esconder e fechar a sete chaves uma totalidade de mim, até que melhores ventos corram. Chamo-lhe de remendo, pois não lhe cabe a palavra remédio, e de possível resposta quando é difícil encontrar a tão procurada solução. Feitos os traços, vêm as cores contrastantes no fundo preto. Um rosa inocente de uma infância em que as decisões foram tomadas por outros; um azul claro marcado pela visibilidade com que se seguiram objectivos tão simples como o pegar de um brinquedo; um branco da pureza de quem jamais cometeu erros não susceptíveis a recordação, como se esta última muito custasse. Por fim, ali fica um espaço, um abraço, um refúgio; não por não gostar de decidir, ir e fazer, apenas porque nada disso é necessário numa tão reduzida área. Uma pequena menina mergulhada no seu mundo preenchido, não só por fantasia, mas também por uma simplicidade de fazer inveja aos mais velhos, é...

Dramas de alguém que se estreia na maioridade

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Por mais esquecida, distraída e desajustada que eu seja, tenho uma queda bastante acentuada para a necessidade de estabilidade. Gosto de saber o que se vai passar depois, mesmo que isso me transporte para daqui a uma hora, um dia, uma semana ou até mesmo um mês. Claro está que, no final de contas, grande parte dos acontecimentos são sucedidos a uma certa margem de distância daquilo que eu imaginei, mas se assim não fosse, o meu agora não seria chamado de vida. Contudo, é o facto de imaginar e traçar o futuro que me leva a “ganhar” uma determinada segurança para prosseguir, embora tenha consciência do quão irritante isso pode ser para aqueles que me ouvem diariamente. Ora, nestes tempos de mudança, se há coisa que não abunda por estes lados é a estabilidade, dado que as inscrições para os exames estão aí à porta, e eu nem tão pouco sei se irei para a universidade no próximo ano. Tudo isto para dizer que, por entre tantas palavras e tão poucas certezas, os meus pensamentos têm sido a mai...

Como o tempo é aproveitado por estes lados

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As horas do almoço têm sido passadas por entre cálculos mentais, melhorias de estratégias e rizadas minhas por entre as caras sérias das minhas amorosas (ou não) companheiras de jogo. Escusado será dizer que os tempos de estudo por entre as horas das refeições pairam lá, bem longe por entre o infinito do horizonte. E eu a pensar que não gostava de jogar à Sueca!

Eu, eles e a terrinha

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Eu vivo numa terra onde as pessoas vão a festas de solidariedade e ainda ficam no fim para a ajudar a organização do evento na limpeza e arrumação do espaço. Este é um dos motivos que me fazem gostar de viver aqui e que me levam a sentir saudades só em pensar que um dia isto poderá mudar (ou não). E, com gente assim, poderei dizer que o nome da festa até que nem foi mal dado! O objectivo final foi conseguido, o dinheiro entregue à instituição e mais uma experiência ficou registada neste meu livro de memórias. Claro está que o futuro na organização de eventos é algo que não me ocorre como possibilidade! Ao que parece, a crise não morde os valores de toda a gente!

Momentos em que eu me acho importante

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Não sei se lembram de eu vos ter dito que a minha voz ao telemóvel é uma coisa horrível, semelhante àquelas dos desenhos animados infantis, de tão arrojado (ou inocentemente estúpido) que é o seu tom. Pois bem, este foi um dos factos que tornou o acontecimento em causa um tanto ao quanto estranho. Devido a Área de Projecto, eu e o meu grupo estamos a organizar uma festa de angariação de fundos para a Associação Acreditar (a realizar-se amanhã à noite, por sinal), de maneira a que se tornou necessário o contacto com a rádio local para a divulgação da mesma. Assim, poucos dias depois ligaram-me, dizendo: Ela: Fala uma das responsáveis pela festa de solidariedade? Eu: Sim, exactamente. Ela: Aguarde um pouco que passaremos à mesa de gravação. Não me perguntem como nem porquê, mas os meus braços elevaram-se para quem ali estava comigo, em jeito de não-sei-bem-o-que-aqui-vai-acontecer. Então é assim que esta gente trabalha? Ligam de repente e começam a fazer perguntas, sem que os entrevis...

Para o que me dá!

O lado deprimente da vida abunda por estes lados, de maneira a que as melhores noites são passadas por entre os cobertores, rezando aos céus para que os momentos se prolonguem. Haja paciência!

Aquilo em que se pensa por estes lados

Sinto-me um leucócito em apoptose , dado que já isto deveria estar programado, mesmo sem eu o saber; uma raíz quadrada de um número negativo, simplesmente porque nada me parecia possível há uns dias atrás; um marinheiro sem Ilha dos Amores, pois tudo parece ter sido feito em vão. E porquê? Porque não estou minimamente certa do que farei no próximo ano, facto que me deixa um bocado desnorteada e que contradiz, de certa forma, os objectivos que vim traçando. Claro está que o melodrama do momento deixará de o ser daqui a uns tempos!

O sono (ou a falta dele)

Já lá vão os tempos em que eu desfrutava de uma sesta à tarde e dormia que nem um anjinho à noite. Agora, limito-me a desfrutar dela (devido à síndrome pós-fim de semana) ao ponto de ter de ignorar o facto de haver aulas daqui a umas horinhas e procurar algo de interessante para fazer, dado que o sono se faz tardio em chegar. Algo me diz que, amanhã de manhã, alguém haverá de esperar um segundo por mim!

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Diz o meu B.I. que tudo começou há dezoito anos atrás. E eu agradeço, não só a ele, mas a todos aqueles que diaramente fazem com que isto dê certo. Parabéns a mim (que salvo crime já poderei ser presa)!

Eu e os transportes públicos, a combinação perfeita!

Adoro (ou talvez não) aqueles momentos em que penso que estou atrasada para o autocarro, chego à paragem por entre correrias e entro no primeiro semelhante que me aparece à frente, pelo que acabo por verificar, através dos gritos externos ao veículo, que não fiz a escolha certa. Melhores ainda, são os segundos seguintes, nos quais os restantes indivíduos que aguardam a sua vez para seguir um trajecto chegam à mesma conclusão que eu! Creio que será duvidoso se eu disser que, todos os dias, me desloco desta forma para a escola.

Desafio (13)

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Eu gosto de ler, até porque me sinto bastante bem a fazê-lo, quanto mais não seja porque fico mais enriquecida culturalmente e a nível de vocabulário e escrita, pelo que decidi aceitar o desafio da Catarina . Contudo, nestes últimos tempos tenho andado um tanto ao quanto preguiçosa no que respeita aos hábitos literários. Não sei se por falta de vontade para começar um livro ou apenas por uma ausência de tempo disponível que poderia ser ultrapassada, mas é certo que pouco é o que eu tenho feito neste aspecto. Claro está, que ainda me pergunto a razão pela qual deixei de fazer, com tanta frequência, algo de que sempre gostei. Meta de leitura: Um livro em duas semanas, dado que a saudade da leitura tem vindo a apertar nestes últimos tempos. Primeiro livro do ano: Ainda o estou a ler e é " À Primeira Vista" , de Nicholas Sparks . Género que vou ler mais: Romances, pois está claro! Ando a ficar profundamente lamechas, e sim, eu sei que isto é triste! Género que vou ler menos: ...

#3 LETTER TO YOUR PARENTS

Deram-me o mundo para me ensinarem a viver nele e, provavelmente, jamais poderei fazer algo semelhante por vós. Dizem-me para viver um dia de cada vez, como se fosse o último, talvez, mas apoiam-me nos sonhos que construirão o meu futuro, sem que qualquer regra ou ensinamento da vida o impeça, porque afinal, haverei de aprender com os meus próprios erros, mas nunca com os vossos. Não são os pais perfeitos, mas fazem o vosso melhor, sei-o bem e amo-vos por isso, pois também eu não sou a filha que sempre imaginaram. Mesmo assim, espero um dia poder fazer com que se orgulhem de mim e que fiquem felizes por isso, como sempre me fazem sentir por vos ver lutar, dia após dia, pelo vosso amor e pela nossa família. Gosto muito de vocês.

Carnívora até nos pensamentos

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Há uns dias atrás dirigi-me aqui , pelo que constatei que o corpo humano é deveras fascinante e um pouco diferente no que respeita à noção que eu tinha de alguns dos seus constituintes. Basicamente a exposição consistia no desvendar do interior da nossa massa óssea, muscular e de órgãos, fatia a fatia (no sentido directo da expressão) ou no seu todo, com corpos verdadeiros recebidos devido à não identificação das pessoas após a sua morte ou à doação por parte das mesmas. Tudo isto ficaria guardado como uma recordação maravilhosamente enriquecedora, agradável e divertida, se eu não me recordasse das imagens a cada vez que como carne! Começo a achar que se fosse vegetariana tudo seria muito mais fácil.

#4 LETTER TO YOUR SIBLING (OR CLOSEST RELATIVE)

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Dizes-me com o olhar que tens em ti todos os sonhos do mundo e eu acredito, pois sei que nada haverá de mais puro do que os teus olhos sempre que me deixam rever a minha imagem de há alguns anos atrás. Embora ainda não tenhas idade suficiente para o perceber claramente, sempre desejei que pertencesses à minha vida, mesmo quando era ainda uma criança, que tinha como melhor companhia os brinquedos. O tempo passou, isso é certo, e hoje limito-me a ver-te correr pela casa, com a bola na mão, aos saltos, partindo um ou outro vaso da mãe. Dizes-me todos os dias que não haverás de ser um mariola, tal como acontece em Oliver e Benji e insistes em cantar (é mais berrar, vá) as suas músicas, para que também eu as saiba. Ensinas-me as melhores técnicas para jogar GTA e, como quem não quer a coisa, lá vais chorando de alegria quando consegues ter melhores pontuações do que eu. Consigo rever em ti alguns dos meus traços e sinto-me orgulhosa por isso. Talvez sejam essas semelhanças que criam as noss...

Juízo (ou a falta dele)

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A um mês dos dezoito anos, eis que sigo pela rua com uma bochecha inchada, o que, diga-se de passagem, é a coisa mais linda deste mundo! Malditos dentes de siso e maldito juízo que se apresentou tarde e a más horas!

#2 LETTER TO YOUR CRUSH

Pelos dias que correm, a paixão não é algo que abunde por estes lados, por isso nada tenho a dizer. Desculpem lá qualquer coisinha!

O depois do adeus

Eis que, passadas as estas épocas festivas, olho para o calendário e me dou conta que foram poucos os momentos a dois. Teriam sido mais, com certeza, se a minha paixão pela Matemática fosse algo de um outro mundo. Posto isto, lá terei de baixar as guardas e render-me ao livro da disciplina, ou não estivesse o teste intermédio a uns dias de distância. E, assim, dou as boas vindas ao novo ano, que consigo trouxe uma mão cheia de realidades!

Eis que, os dias passaram

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14º Dia- Um Local Que Te Transmita Paz de Espírito. As montanhas. 15º Dia- Uma Fotografia/Imagem Que Signifique Algo Para Ti. 16º Dia- Uma Descoberta Científica ou Histórica. Os genes supressores tumorais estão normalmente activos, bloqueando a divisão celular, e os agentes mutagénicos podem alterá-los, permitindo, deste modo, que as células se continuem a dividir. 17º Dia- Uma Citação de Que Gostes. "Se choras por não ter visto o pôr do Sol, as lágrimas não te deixarão ver as estrelas." ( Bob Marley ) 18º Dia- Um Site Que Visites Regularmente e Outro Que Tenhas Perdido o Interesse. Estão a ver os links bonitinhos aqui no fundo do blog? Pois bem, é lá que vou regularmente, visto que o Facebook já não é o que era (ou aparentava ser). 19º Dia- Uma Colecção Que Faças ou Gostarias de Fazer. Marcadores de livros. 20º Dia- Uma Paixão Secreta. Suponho que não seja para revelar. 21º Dia- Um Texto Que Tenhas Escrito Há Algum Tempo. Foi como se ...