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A mostrar mensagens de Junho, 2011

Férias, férias e férias

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Três semanas, um dia e quinze horas: eis o tempo que falta para uma das melhores férias de sempre. O plano é simples, quase que inexistente: doze amigos, um T2, confusão diária, lides domésticas sem pés nem cabeça, praia, sol, noites sem fim e tudo aquilo que o futuro tiver para nos oferecer. Não fosse o maldito exame de Matemática e os outros que a ele se seguem, e já eu estaria a preparar as malas (isto sem qualquer tipo de exagero, dado o meu entusiasmo no que respeita a estes acontecimentos)!


Venha de lá esse exame!

Uma ligeira queda para o desastre

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Depois de chorar sobre a água derramada por entre as teclas do meu portátil, dou por mim com saudades de visitar este mundo virtual, ou não fosse a espera por um teclado novo demasiado prolongada. Nesta sequência, apresento as minhas desculpas por não vos ter visitado nos últimos tempos e espero poder fazê-lo em breve. De momento, lanço no ar do meu cómodo quarto a dúvida subjacente ao exame de Português de amanhã. Entre as diferentes matérias, venha o diabo e escolha, já que eu não o posso fazer, pois se tivesse essa oportunidade, seriam Pessoa e os seus dramas a ilustração daquelas tão admiráveis (ou nem tanto assim) páginas. Resta-me, desta forma, desejar a todos aqueles que viram os seus últimos dias passados por entre a mediatriz dos livros escritos na nossa língua, uma badalada de sorte e outra de perspicácia.

Férias (ou talvez não)

O meu livro de curso está quase, quase preenchido com as letras daqueles que comigo se cruzaram nestes três últimos anos. Começo agora a sentir vontade de apertar com muita força certas pessoas, como que a dizer para não se irem embora. Tudo isto para dizer que estou oficialmente de férias ou, por outras palavras, que estou prontinha para mergulhar nas águas tórridas das palavras e dos números que me serão úteis nos exames nacionais.

Do Baile de Finalistas

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A passadeira vermelha, dito acessório susceptível a futilidades e excentricidades, era quem mais esperava os nossos vultos, ou seja, as sombras daqueles que demoraram longas horas para se verem preparados.



Lá entrámos uns quantos, ostentosamente vestidos, à velocidade dos ponteiros do relógio, ou não fossem os saltos das silhuetas femininas demasiado altos, até à àquele que, supostamente, seria o momento que justificava o festejo, - a entrega dos livros de curso- onde os corações dos pais palpitaram e as lágrimas das professoras correram pelos rostos, perante as homenagens prestadas.


Patriarcas à parte, a festa continuou com um jantar servido com o rigor e o cuidado tradicionais, propícios do evento. Servida a sobremesa da alegria e da boa disposição, a dança, fonte de revelação de alguns professores, abriu caminho a uma longa noite, que apenas terminou no dia seguinte, quando o sol ocupou o lugar da luz da ribalta.

É certo que tudo fez parte de um enorme cliché já vivenciado por muitos…

Birras de uma adulta (ou nem tanto assim)

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Quero ver todas as séries e filmes que por aí residem. Quero ler algo que tenha mais de 200 páginas. Quero trocar o sono e dar-lhe voltas sem fim. Quero dormir mais de doze horas por dia. Quero sol, praia e piscina. Quero sair e não voltar a horas decentes. Quero ouvir as vozes dos meus amigos durante muito tempo, sem interrupções. Quero ir em vez de ficar. E em vez de tudo isto, contrariamente ao esperado, tenho é de estudar para um teste de Matemática de última hora, que me assentou que nem uma luva (ou não)!

As eleições vistas por alguém que se considera grande

Hoje foi a primeira vez que votei nesta minha tão curta vida. A sensação foi boa, devo admiti-lo, mas um pouco melhor do que eu imaginava, dado que julguei estar a fazer algo pelo país.
Fiquei também a conhecer os diversos motivos que levam as pessoas a desenhar uma determinada cruz num sítio específico, aquando da sua ida às urnas de votação. Enquanto uns votam nos partidos com menor dimensão política para que os mais fortes não vençam às suas custas, outros, porém, oferecem o seu voto por tradição, contradizendo ainda aqueles que se deixam ficar por casa, sem exercerem o seu direito.
Sei que a minha paixão pela política é quase nula, mas tenho a consciência dos meus deveres enquanto gente grande (ou não). Assim, votei com o mínimo de conhecimento e poderei reclamar perante tudo aquilo que possa ser feito.



Bendito seja o meu ego, que já cresceu uns milímetros!

Das maleitas

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As regras de etiqueta foram esquecidas durante o bendito jantar de finalistas. Foi preciso vir uma noite assim para eu perceber a falta que uns ténis fazem. Esperemos que ninguém tenha reparado…

O Baile de Finalistas

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Pois bem, dizem-me os ventos que já sou finalista. A sensação é boa depois de doze anos em frente dos livros a estudar coisas que, na sua maioria, não me servirão para nada no futuro, dada a baixa especificidade dos cursos até então.
Na consequência deste tão esperado fim do secundário, os últimos dias foram passados em busca do vestido perfeito, dos sapatos ideais e dos acessórios extraordinários. Tal acto levou-me a uma inconsciente loucura que me afastará nos próximos tempos de qualquer espaço que tenha roupa pendurada em cruzetas com etiquetas pelo meio, algo que não julgava possível, por sinal!
Como tal, amanhã será um dia, no mínimo, importante. Embora o meu entusiasmo não encha palcos, será interessante todo aquele protótipo de gente grande que consegue juntar pais, irmãos, amigos e professores num só espaço. Por aqui espera-se algo que valha o esforço…

Constatação do dia (9)

Sinto-me bastante idiota por não saber regatear preços.