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A mostrar mensagens de Maio, 2011

Do meu ex-calcanhar de Aquiles

Ele olhou para mim, eu olhei para ele. Oclick fez-se ouvir e mantemo-nos em silêncio durante breves minutos, como que a desfrutar o momento. O espelho dizia tudo, não seriam necessárias mais palavras quando uma imagem era o suficiente. Depois de percorrer uns quantos shoppingsnumas quantas cidades, foi assim que percebi que finalmente tinha encontrado um vestido para o bendito baile de finalistas!


Obrigadinha aí em cima por este milagre!

A melhor maneira de esquecer um teste intermédio

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Resultado: objectivo conseguido.

Do primeiro dia de praia do ano (Sábado)

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Lá rumámos uns quantos para o local onde o mar se movia, a areia assistia e o vento soprava. Claro está que a espera pelas horas quase infinitas de raios de sol seria um tanto ou quanto louca para uma primeira vez anual. Eis que, desta forma, o resultado foi mais ou menos este:




Mesmo assim ainda houve quem, no dia seguinte, visse espelhadas as costas onde até as marcas dos laços do biquíni reinavam, dadas as duas horas de sol com que fomos presenteados. Quanto a mim, devo dizer que vim exactamente igual, ou seja, pronta para fazer publicidade a uma gama de lençóis brancos!



Ele há coisas do diabo!

Feminismo no seu auge

Três horas e quarenta minutos. A cama e o sono estão bem longe. Por aqui, seis seres femininos respiram o ar de um mesmo quarto, por entre almofadas e cobertores.
Os dados são lançados, os discos colocados devido à sorte oferecida pelo divino Espírito Santo, de maneira a que o jogo balança a noite. Na atmosfera paira algo que muito se assemelha ao som da Rádio Comercial, ou pelo menos assim o sinto. As pipocas colocadas na mistura apresentam-se como sendo uma tentativa de espanto para aqueles que possam vir por acréscimo, devido à imaginação característica do depois de um típico filme de terror.
A união faz a força, quanto mais não seja para aumentar a vontade de passar longas horas num mergulho pelo inconsciente profundo. Contudo, na memória ficam os bons momentos daquilo a que se pode chamar de festa de pijama ou girl’s party. Entre os dois venha o diabo e escolha, porque o nome de pouco importa.

Por onde andarão os sentidos de consciência e responsabilidade característicos de uma adulta?

Eu sou uma pessoa extremamente inconsciente, ou pelo menos o pareço de quando em quando. Muitos são os dias em que ando à procura de algo em que possa participar e acabo por me esquecer de que isso me requererá tempo, tempo esse que por sinal se poderá tornar escasso em momentos carregados de motivos de força maior. Não que perca a noção da realidade, mas o espírito pouco ou muito activista que tenho acaba sempre por falar mais alto, quanto mais não seja para espantar ocasiões de tédio escrito em longas páginas. E o resultado de tudo isto revela-se em poucas horas dadas à cama e agravamentos do meu bom humor matinal, que por si só já era algo de fascinante (ou não)!

#17 LETTER TO SOMEONE FROM YOUR CHILDHOOD

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Nunca andei num infantário por feliz ideia dos meus pais que, assim, se viram na decisão de me encaminhar para uma ama, desde os tempos em que tinha eu apenas alguns meses de vida. Penso que até nem foi mau de todo as coisas terem acontecido desta forma. Por um lado, cresci junto a alguém que sabia perfeitamente aquilo que estava a fazer, dado que já muitas crianças por si tinham passado, e pelo outro, vi-me confrontada com miúdos de outras idades, que também cuidavam de mim, assim como eu fazia com os mais novos.
Por entre os tempos e contratempos das palavras primitivas, conheci alguém que me marcou, dado que me viria a acompanhar mais tarde na escola, e posteriormente em muitas outras situações não tão ponderadas pelos outros, mas sim por ambas.
Hoje em dia chamo-te a menina das riscas ou, por outras palavras, “Rixkinha”, e escrevo-o da forma que tu mais gostas. Os nossos caminhos são diferentes quase todos os dias, dadas as aptidões que temos e as escolhas que fizemos. Contudo, qua…

Das coisas que me fazem urticária

O cúmulo dos cúmulos é passar quase um dia inteiro no shooping à procura de algo parecido com um vestido para o baile de finalistas e sair de lá de mãos a abanar. Melhor ainda é o facto de faltarem três semanas para o dito cujo e grande parte do tempo estar, desde há muito tempo, guardado para coisas bem mais importantes. De uma coisa estou certa, selectividade é algo que não falta por estas bandas!



Como eu adoro isto!

Momentos em que descubro (possíveis) tendências duvidosas

Estou numa fase da minha vida deveras atribulada e complicada, exagerada e ironicamente falando, claro está!
Dado o aborrecimento mais que comprovado, por entre os dramas infinitos com os quais me deparo dia após dia, nos momentos anteriores aos supostos estudos, questiono-me sobre o facto da assistência de um daqueles programas da tarde, em que o público diz o número de telefone dos concursos em voz alta, vezes sem conta, ser ou não uma melhor opção quando comparada com tudo o resto. Longe vão os tempos em que eu tinha disponibilidade para tudo e não me recordava de nada em que pudesse dar o corpo ao manifesto!

Histórias de gente que não sabe roubar

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As pessoas generalizam, embora que nem sempre a seu bel-prazer, mas sim porque lhes são dados motivos para tal. Claro está que não se pode atribuir o mesmo chapéu a todas as cabeças devido à diferença de medidas, mas quando a dimensão é a mesma, seria estranho se boné não assentasse.
Eu não tenho nada contra as pessoas de raça cigana, até porque já conheci um ou outro indivíduo com características individuais apreciáveis. Contudo, é frequente a associação de crimes a estes grupos, o que os pode magoar e tornar ainda menos seguidores das regras sociais.
Tudo isto porque hoje teria sido um dia normal, não fosse o quase assalto realizado por dois miúdos ciganos que se acharam gente grande por entre um conjunto de raparigas. Em contrapartida, acabaram por perceber que nada aconteceria, não por sermos valentes, mas sim porque não respondemos aos insultos bastante irritantes que nos ofereceram, o que, no final de contas, era o que eles queriam. Assim, para trás ficaram as energias guardadas …

Sorrir por dentro

Talvez seja uma obrigação interior que nos faz experimentar o condicionamento de percorrer um caminho até ao fim. Talvez nos sintamos quase que inevitavelmente sujeitos a demonstrar a nós mesmos que somos capazes de ultrapassar uma realidade na qual já nos magoámos e aprendemos de uma forma pintada pela surpresa e pela contrariedade da nossa própria vontade. Talvez não consigamos dizer que fraquejámos e que vamos desistir, apenas isso.
Na história de uma viagem ficam os insucessos, os novos começos sucessivos e as memórias de alguém que não se sentiu na capacidade de afirmar a si mesmo que não iria continuar. Dela apenas se lhe conhece o destino, embora não se saiba se um dia este haverá de ser atingido. Restam as sombras da esperança, as nódoas nos corpos da persistência e os rostos de gente que chora por fora mas quer sorrir por dentro.

Espera Só Um Segundo (ou não)!

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Durante uma época que se quer cheia de trabalhos, enriquecida de testes, possuidora de aulas extra que nem sempre servem para conseguir um conhecimento necessário aquando dos exames e a transbordar horas em dívida para com a cama, chegada é a altura de declarar que gostaria de ter mais tempo e paciência para escrever neste meu cantinho. Claro está que tal se torna impossível quando adormeço sem ter isso como intenção e mesmo antes de efectuar acções como terminar trabalhos de casa, preparar a mochila para o dia seguinte e tomar um bom banho que, sendo assim, fica adiado para a manhã do dia seguinte, condicionando atrasos capazes de me mostrarem que os autocarros não esperam um único segundo!

Mãe

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Choraste, lutaste e venceste só para me ver sorrir.
Parabéns pelos teus 38 anos assinalados ontem.
Parabéns por seres, sem dúvida alguma, a melhor mãe do mundo.