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A mostrar mensagens de Abril, 2012

Uma espécie de (re)entusiasmo

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E pronto, depois de semanas sem ter aulas de socorrismo e de degraus de entusiasmo descidos, eis que me tenho de volta e quase que sou capaz de fazer isto de trás para a frente.

(...)

Fazes-me sentir vontade de ser eu.

Hibernação

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Ando sem paciência para ouvir pessoas e sem vontade para fazer coisas. Estou cansada, logo agora que tenho de começar a estudar arduamente para os exames. Há semanas que não permaneço mais do que um par de minutos no Facebook. Há meses que o blogue tem passado para segundo plano. Isto de não aproveitar as manhãs livres para dormir, mas sim para dar asas ao estudo está a dar cabo de mim. Acho que ultimamente tem sido mais fácil ficar nas histórias que escrevo do que nas histórias que vivo. Talvez uma mão cheia de bons sonos melhore a coisa.

Do MSN: palavras para quê?

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A verdade faz coisas estranhas

Começo a chegar à conclusão de que não me serve de nada pensar que posso estar bem com toda a gente, porque a tentativa de apagar feridas de outros tempos nunca passará disso mesmo. O ressentimento fica sempre lá, por mais que ouse dizer que não, que perdoei e que esqueci. Nem mesmo a minha boa vontade faz esse tipo de milagres.
Provavelmente, as pessoas mais velhas são as que têm razão, quando começam a amontar discussões aqui e ali, sem lhes dar um destino mais feliz. Ignorar quem não vale o esforço de respirar pode ser a melhor solução, ou a única, se nos dermos ao luxo de não engolirmos os sapos que nos magoarão e se nos permitirmos pensar em nós, por um minuto que seja.
A verdade dói sempre, mas apenas se torna suportável quando não tentamos fazer dela um quadro bonito e agradável de se ver.

Percebemos que a concentração é o forte da família...

...quando encontramos o pacote do café no frigorífico depois do pequeno-almoço.

Percebo que vivo numa terra de beatas quando…

…presencio uma discussão entre duas delas, cuja motivação sou eu. Basicamente uma argumentava o facto de eu trabalhar, enquanto a outra defendia a pés juntos que eu ainda estudava. Foi preciso a minha pessoa passar à frente delas para que aquele b-a-ba, tão característico de duas crianças, acabasse numa pergunta nada discreta, mas que lá levou ao esclarecimento da dúvida. É preciso ter paciência, muita paciência!

Haverá de chegar o dia...

...em que eu conseguirei fazer uma tabela de palavras cruzadas até ao fim.