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A mostrar mensagens de Janeiro, 2012

Janeiro

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Acho que não gosto muito de Janeiro, só por ser o primeiro do ano e de exercer sobre mim uma certa dose de pressão. Claro que sempre há aquela coisa de querer fazer tudo certinho logo no começo, o que aparentemente nos alimenta o ego, mas todos sabemos onde tal entusiasmo vai parar. Possivelmente, foi por isso que este mês passou a correr, sem que eu desse conta dele. E se olhar para trás, nem sei bem se tudo aconteceu como eu esperava e se aproveitei os dias da melhor forma. Talvez nada seja alguma vez perfeito.
O que é certo é que andei sempre a correr, por entre horas que supostamente deveriam de ser mais calmas, dada a distância de uma vida escolar normal. Pelo menos era essa a minha intenção quando decidi não entrar no ano passado para a faculdade! Mas tudo isto acontece porque não consigo estar parada e encontro uma nova actividade em qualquer canto. A minha mãe é que tem razão, quando diz que eu não ganho juízo e que daqui a uns anos não vou ter metade da disponibilidade psicol…

(...)

Não é por sermos aquilo que queremos ser que deixamos de ser quem somos.

Uma questão de chocolate

Depois de um dia daqueles que parecem não terminar, não há nada como uma criança com a boca suja de chocolate para nos alegrar e mostrar como as coisas são, no fundo, bem mais simples do que as pintamos.

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Pergunto-me pelo porquê de me vires ao pensamento de tempos em tempos. Não faz sentido, pronto.

A verdadeira relação entre as compras e a amizade

Percebemos que uma amiga se está a afastar de nós (e vice-versa) quando deixamos de conhecer o guarda-roupa uma da outra. E não chamaria a isto de futilidade, mas sim de bons momentos por entre lojas, a comprar pedaços de pano.

Do trabalho

Não gosto de quando me chamam colega, pronto. E pergunto-me até se haverá algo mais impessoal do que isso.

Porto

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Quanto mais o vejo e respiro, mais gosto dele. Se pudesse, pegava em tudo aquilo de que gosto e colocava lá, bem em frente ao rio Douro.

J.

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E depois há aquelas conversas que nos enchem o coração, por percebermos que não fomos esquecidos pelos sujeitos de quem gostamos e que não vemos há bastante tempo. As pessoas crescem, vão estudar para outra cidade e por lá se deixam ficar. Mas, no fundo, ninguém consegue apagar o que realmente importou, deixando assim um breve rasto da tentação de reviver os momentos. Eu, pelo menos, quero acreditar nisso.

Somos (?) aquilo que queremos ser

Eu, que desejo de forma irremediável trabalhar num hospital, dou por mim feita Maria Madalena ao ver uma senhora vinda de uma operação e os seus familiares emocionados. Está visto que sou extremamente fraca em termos de estrutura psicológica, mas sempre o soube. Faço-me de forte e crente, mas o vidro estala nas ocasiões mais improváveis. Só espero um dia conseguir mudar isso. Pelo menos tenho trabalhado para tal.

Das coisas que só o Inverno me faz dizer

O gorro é aquele acessório que faz com que quase todos os indivíduos do sexo masculino tenham mais graça. É que lhes assenta mesmo bem, vai-se lá saber porquê! Tenho reparado nestas coisas, pronto.

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Por vezes, apenas não estamos habituados a receber. Nada mais.

Do começo do ano

Gosto desta coisa de querer começar o ano a fazer tudo certinho, sem uma única falha e com um entusiasmo que tem um certo ar de sua graça. A ver vamos quanto tempo dura!