Páginas

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

À procura de um rumo


Sei que já passaram alguns meses desde a última vez que aqui escrevi, mas os últimos tempos têm sido atribulados. Pelo menos no que diz respeito ao campo profissional. Já sabia que não seria fácil encontrar trabalho na minha área, mas na verdade julgava este processo um pouco mais rápido. 
A motivação pós final da licenciatura dá, por vezes, lugar à pouca paciência, daquela que nos faz esquecer quem somos e o que queremos. Diariamente tenho de me esforçar para me relembrar daquilo que realmente guardo em mim, por entre a falta de oportunidades. Tenho inclusive tentado criar as minhas oportunidades, nas entrelinhas dos currículos, emails de apresentação, cartas de motivação e candidaturas espontâneas. Por isso, aguarda-se que a esperança seja mesmo a última a morrer e que esta luta não se prolongue por muito mais tempo. Wish me luck!

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Em branco


Muito ficou por viver entre os teus braços. Mas é tempo de deixar para trás o livro em branco que foi escrito. Ou pelo menos assim se espera.

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Férias (ou o fim delas)



Este fim-de-semana foi passado no Gerês, por entre momentos incríveis e paisagens de cortar a respiração. Nunca o silêncio e a diversão fizeram uma combinação tão perfeita!
Mas a verdade é que apesar de fantásticos, estes dias assinalaram o final do Verão. Agora é tempo de tomar uma lufada de ar fresco e de recrutar energias. Avizinham-se aí novos desafios e eu quero (e tenho de) estar à altura.

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

09


Que seja um mês de novos começos e oportunidades.

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Finalmente Terapeuta Ocupacional


As últimas semanas têm passado a correr e entretanto muito tem acontecido. Digamos que, por entre conquistas, emoções à flor da pele e saídas da zona de conforto, a minha vida tem vindo a alterar-se.
Quatro anos volvidos e finalmente posso dizer que sou terapeuta ocupacional. Bolas, como eu me esforcei para que este momento chegasse! Mesmo que tentasse não pensar no quão difícil era o percurso (pelos mais variados motivos), é agora muito muito bom olhar para trás e perceber que afinal fui capaz.
Hoje pertenço à classe de pessoas cuja profissão é desconhecida por grande parte da população, mas que assume uma importância sem igual na reabilitação e aumento de qualidade de vida de indivíduos com alguma disfunção. Eu própria não sabia bem no que me estava a meter antes de entrar para universidade, mas tenho vindo a apaixonar-me pela intervenção que desempenhamos. Só espero estar à altura da aventura que é o mercado de trabalho, de forma a defender com unhas e dentes aquilo que sei fazer.

domingo, 21 de agosto de 2016

Percebo que há algo de muito errado quando:


A quatro dias de um casamento ainda não tenho vestido. Não foi por falta de procura,- não, isso não- mas fiz-me de esquisita e agora deu nisto!