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A mostrar mensagens de Março, 2012

O futuro ainda é um bocadinho meu

Muito provavelmente, já está na altura de eu traçar um plano para a minha a vida: mais objetivo e não apenas um rascunho tão claro como a imagem de D. Sebastião em dia de nevoeiro. Talvez um plano B também não seja má ideia…

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No mundo existem os que querem ser pais mas não podem, os que são pais e fazem um ótimo trabalho e os que são pais mas nasceram para ser filhos a vida inteira.

Da perfeição masculina

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A propósito deste espetáculo que a minha pessoa adoraria ver, acho que nada se iguala à sensualidade no corpo de um homem que consegue dançar ballet sem ter vergonha disso.

Já não há Sol para ninguém

Pelo andar da carruagem, já não teremos árvores por estas bandas em meados de Agosto. O pior de tudo, é mesmo o facto de as pessoas acharem este vai e vem de incêndios algo perfeitamente normal.

Da universidade e do facto de eu precisar de uma perspectiva do futuro

Quantos mais cursos conheço, mais confusa fico! A sério, se tivesse condições monetárias para, acho que tirava uns quantos deles e pronto, assunto resolvido.

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Quando tudo parece estar a entrar nos eixos, quando tudo parece estar a ficar perfeito, aumenta o medo de um desmoronamento ao qual nada possa resistir.

Eu puxei à minha mãe, de certeza!

Ainda nem meia-noite e meia é e dou por mim a cruzar-me com o meu pai, já vestido para ir trabalhar, por ter confundido as horas. Ele há coisas do diabo!

Eu, em versão ocupada

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Esta coisa de trabalhar/ estudar/ socorrismo e outras atividades mais está a dar cabo de mim. Ando com os sonos trocados e mesmo quando durmo uma manhã inteira (nos dias em que não tenho aulas) consigo chegar à noite para lá de exausta. Juntando a tudo isto o facto de ter má vontade e fazer birras momentâneas perante certos afazeres que menos me agradam, prolongando-os e diminuindo o tempo de diversão, acho que teria alguns motivos para dizer que o meu dia-a-dia no presente é bem pior do que aquele que alguma vez tive. Mas não o faço.
Nem toda a gente tem o prazer de fazer o que quer para se enriquecer pessoalmente e, no entanto, eu tive essa oportunidade este ano. Porque a criei, é certo, mas quando o fiz não imaginei as repercussões que esta haveria de ter. Foi-me incutida uma concentração de maturidade por tempo que eu pensava adquirir só daqui a meia dúzia de anos. E digo isto porque tenho começado a valorizar aspetos que me passavam ao lado, e olhem que não eram poucos. Céus, acho…

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Sabe tão bem dizermos que temos saudades de alguém.

Dos meus momentos maquiavélicos

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Enquanto muitos começaram a semana com aquele humor tão característico de uma Segunda-Feira, por cá o dia foi passado a dormir e a ver televisão, assim, como que jeito de relembrar tempos que estão cada vez mais longínquos. Basicamente, esqueci (quase) tudo durante um dia, só porque precisava. Ai , como eu adoro ter uma folga no início da semana!

Do sacerdócio

Definitivamente não acredito nem entendo aquela história de se ser padre. Principalmente quando se tem 20 anos, se estuda para tal e se diz que assim será o futuro se nenhuma rapariga aparecer para o levar. A sério, por mim podiam casar todos e pronto. Ao menos não andavam para aí a viver mentiras e a degradar uma religião em que muitos acreditam!

A sério, o futebol é algo que me tira o sono (?)

Hoje o país parou para ver o clássico. E enquanto isso eu pintei as unhas…

Dúvidas existenciais que me atacam no silêncio da noite #2

Já sentiram tantas saudades de alguém ao ponto de ficarem aflitos?