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A mostrar mensagens de Janeiro, 2011

Um Ela que poderia ser um Eu

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Pois bem, como nunca é tarde para fazermos algo que gostaríamos que fosse consumado por nós, encontro-me aqui hoje, dado que acredito que por entre esta blogosfera poderá estar um dador compatível com a colega da MoonLight, que neste momento sofre de uma leucemia grave e precisa de transplante de medula óssea o quanto antes. Desta feita, resta-me lembrar que este não é um caso único e poderia ser parte da vida de qualquer um de nós, pelo que, para mais informações, poderão aceder aqui e aqui, e preencher a ficha de inscrição aqui. Já agora, e se não for pedir muito, ajudem-me a passar a mensagem!


Claro está que, nos dias que correm, apenas me é possível divulgar tais necessidades, devido a motivos de força maior, que é como quem diz, por uma questão de idade.

Eu e os transportes públicos, a combinação perfeita!

Adoro (ou talvez não) aqueles momentos em que penso que estou atrasada para o autocarro, chego à paragem por entre correrias e entro no primeiro semelhante que me aparece à frente, pelo que acabo por verificar, através dos gritos externos ao veículo, que não fiz a escolha certa. Melhores ainda, são os segundos seguintes, nos quais os restantes indivíduos que aguardam a sua vez para seguir um trajecto chegam à mesma conclusão que eu!


Creio que será duvidoso se eu disser que, todos os dias, me desloco desta forma para a escola.

#6 LETTER TO A STRANGER

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De si, apenas guardo as memórias das histórias contadas no lugar sentado de um autocarro. Relatos do que foi, do que fez e de quem ajudou a ser; relatos de gente que já viveu mais tempo do que o próprio tempo consegue contar; relatos de uma vida que também poderia ser a minha.
Os cabelos brancos, as rugas e os olhos bem abertos por entre a pele endurecida pelo passar dos dias, são suficientemente convincentes, de maneira a que me apercebo dos quão sábios são os seus pensamentos, palavras e emoções. Sinto que sabe viver, em jeito de quem já passou por muito, mas mantém o olhar de inocência com que viu o mundo pela primeira vez. Sinto que sabe sorrir, em jeito de quem já chorou tanto ao ponto de aprender a contornar tal gesto. Sinto que sabe quem sou, em jeito de desconhecida que tem noção dos meus limites.
Todas a viagens têm destino, sejam elas as nossas vidas ou os simples trajectos de autocarro. Contudo, mantenho a esperança de me voltar a sentar ao seu lado para, assim, ouvir mais um…

#8 LETTER TO YOUR FAVOURITE INTERNET FRIEND

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Escrevo antes que as palavras deixem de fazer sentido, dado que ambos sabemos que assim poderá ser em tempos próximos ou longínquos. É certo que não o desejo, nem tão pouco traço as minhas acções em função desse objectivo, mas é naturalmente racional que tal aconteça.
Quis a coincidência que eu fosse a primeira seguidora do teu blogue e que, a partir daí, começássemos a trocar comentários, posteriormente culminados em longas conversas. Honestamente, devo dizer-te que as primeiras frases via msn foram o suficiente para perceber a quão contraditória é a tua personalidade, ou não tivesses sido capaz de me contradizer tanto em tão pouco tempo, mesmo tendo em conta o facto de não me conheceres de lado nenhum. Claro está que te julguei um pouco convencido e ligeiramente irritante, pelo que, dias depois, acabei por perceber que tinha fracassado na primeira impressão que tive.
Já lá vão uns meses que deixei de contar. Hoje tenho a sensação de que te conheço um pouco e consigo prever as tuas fra…

Dias em branco

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Os dias têm sido passados por entre dilemas, diria até que melodramas de quem tem a mania de que sabe tudo e, posteriormente, acaba por perceber que se enganou com uma profundidade acentuada. É como se, de repente, nascesse em mim o desejo de fazer tudo sem ter tempo, disponibilidade psicológica e vontade para tal, o que acaba por se revelar deveras contraditório, sei-o bem. Quero acreditar que tais factos se devem ao actuar das hormonas, nestes últimos dias em que os papéis do governo me registam como sendo adolescente.
Obrigado, Leonardo, pelo título deste post.

Desafio (13)

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Eu gosto de ler, até porque me sinto bastante bem a fazê-lo, quanto mais não seja porque fico mais enriquecida culturalmente e a nível de vocabulário e escrita, pelo que decidi aceitar o desafio da Catarina. Contudo, nestes últimos tempos tenho andado um tanto ao quanto preguiçosa no que respeita aos hábitos literários. Não sei se por falta de vontade para começar um livro ou apenas por uma ausência de tempo disponível que poderia ser ultrapassada, mas é certo que pouco é o que eu tenho feito neste aspecto. Claro está, que ainda me pergunto a razão pela qual deixei de fazer, com tanta frequência, algo de que sempre gostei.

Meta de leitura: Um livro em duas semanas, dado que a saudade da leitura tem vindo a apertar nestes últimos tempos.

Primeiro livro do ano: Ainda o estou a ler e é "À Primeira Vista", de NicholasSparks.

Género que vou ler mais: Romances, pois está claro! Ando a ficar profundamente lamechas, e sim, eu sei que isto é triste!

Género que vou ler menos: Banda desenh…

Das ocupações interessantes

Por estes lados, os dias têm sido passados por entre os livros de Matemática e as espreitadelas ao restante mundo. Tudo demasiado fascinante, tal como se pode verificar! Desta feita, espera-se que a próxima Quarta-Feira (data do teste intermédio) se aproxime o mais rapidamente possível, para que este isolamento social, forçado pelas minhas escolhas e pela educação portuguesa, se dissipe sem que se dê por isso!

R.

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Tenho saudades dos tempos em que me roubavas os cadernos a meio das aulas, porque tinhas a mania de não copiar as coisas do quadro.

Terceiro Relógio

Pois bem, o Luís tinha um sonho, de maneira a que eu a Filipa o ajudámos a concretizá-lo. Para tal, criámos um blogue colectivo, de temática ainda indefinida, que terá com certeza muitas asneiras lá escritas, com as parvoíces mais hilariantes das nossas vidas. É certo que ainda estamos no começo, mas se não for pedir muito façam lá uma visitinha ao nosso pequenino e aos blogues dos restantes membros do grupo.

Obrigadinha!

#3 LETTER TO YOUR PARENTS

Deram-me o mundo para me ensinarem a viver nele e, provavelmente, jamais poderei fazer algo semelhante por vós. Dizem-me para viver um dia de cada vez, como se fosse o último, talvez, mas apoiam-me nos sonhos que construirão o meu futuro, sem que qualquer regra ou ensinamento da vida o impeça, porque afinal, haverei de aprender com os meus próprios erros, mas nunca com os vossos.
Não são os pais perfeitos, mas fazem o vosso melhor, sei-o bem e amo-vos por isso, pois também eu não sou a filha que sempre imaginaram. Mesmo assim, espero um dia poder fazer com que se orgulhem de mim e que fiquem felizes por isso, como sempre me fazem sentir por vos ver lutar, dia após dia, pelo vosso amor e pela nossa família.
Gosto muito de vocês.

Carnívora até nos pensamentos

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Há uns dias atrás dirigi-me aqui, pelo que constatei que o corpo humano é deveras fascinante e um pouco diferente no que respeita à noção que eu tinha de alguns dos seus constituintes. Basicamente a exposição consistia no desvendar do interior da nossa massa óssea, muscular e de órgãos, fatia a fatia (no sentido directo da expressão) ou no seu todo, com corpos verdadeiros recebidos devido à não identificação das pessoas após a sua morte ou à doação por parte das mesmas. Tudo isto ficaria guardado como uma recordação maravilhosamente enriquecedora, agradável e divertida, se eu não me recordasse das imagens a cada vez que como carne!

Começo a achar que se fosse vegetariana tudo seria muito mais fácil.

#5 LETTER TO YOUR DREAMS

De quando em quando abandonam-me o corpo, como que em jeito de aumentar a distância física entre nós, sem tão pouco me saírem do pensamento. São uns malandros, diria eu, pois insistem em dar-me luta para que vos consiga conquistar. É certo que alguns de vocês já são longínquos por natureza, mas acredito no facto de não serem inatingíveis. Talvez seja isso o que me mantém aqui: viva, expectante e erguida por uma esperança que poucos me poderão roubar.

#4 LETTER TO YOUR SIBLING (OR CLOSEST RELATIVE)

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Dizes-me com o olhar que tens em ti todos os sonhos do mundo e eu acredito, pois sei que nada haverá de mais puro do que os teus olhos sempre que me deixam rever a minha imagem de há alguns anos atrás.
Embora ainda não tenhas idade suficiente para o perceber claramente, sempre desejei que pertencesses à minha vida, mesmo quando era ainda uma criança, que tinha como melhor companhia os brinquedos. O tempo passou, isso é certo, e hoje limito-me a ver-te correr pela casa, com a bola na mão, aos saltos, partindo um ou outro vaso da mãe. Dizes-me todos os dias que não haverás de ser um mariola, tal como acontece em Oliver e Benji e insistes em cantar (é mais berrar, vá) as suas músicas, para que também eu as saiba. Ensinas-me as melhores técnicas para jogar GTA e, como quem não quer a coisa, lá vais chorando de alegria quando consegues ter melhores pontuações do que eu.
Consigo rever em ti alguns dos meus traços e sinto-me orgulhosa por isso. Talvez sejam essas semelhanças que criam as nossa…

(...)

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"I hope you live a life you’re proud of. If you find that you’re not, I hope you have the strength to start all over again."

Juízo (ou a falta dele)

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A um mês dos dezoito anos, eis que sigo pela rua com uma bochecha inchada, o que, diga-se de passagem, é a coisa mais linda deste mundo! Malditos dentes de siso e maldito juízo que se apresentou tarde e a más horas!

#2 LETTER TO YOUR CRUSH

Pelos dias que correm, a paixão não é algo que abunde por estes lados, por isso nada tenho a dizer.


Desculpem lá qualquer coisinha!

Como eu adoro isto!

O que eu mais detesto nas férias é o facto de ter de voltar às aulas com os sonos trocados, que, por sua vez, apenas se deixam equilibrar algumas semanas depois. Tal facto ser-me-ia indiferente se hoje não tivesse vivido a pior aula da minha vida, a primeira do dia, na qual tive de exigir muito da minha pessoa para me manter intacta e serena, com os olhos minimamente abertos.


E, assim, recebo com alegria este início do 2º Período.

#1 LETTER TO YOUR BEST FRIEND

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Deveria redigir estas palavras para o meu melhor amigo, mas não o farei pelo simples facto de não ter um. Na minha vida possuo, e isso sim, uma quantidade restrita de pessoas que considero importantes e que se encaixam com uma elevada perfeição nesse dito “cargo”. Assim, é para elas que escrevo esta carta.
Nem sempre sou uma pessoa fácil de entender, sei-o bem, assim como tenho consciência de que também vocês o sabem, dado que muitas vezes insistem em realçar os traços da minha personalidade que mais vos impedem de chegar até mim. Desta forma, resta-me pedir desculpas pelos momentos em que vos magoei ou desiludi, de maneira a tentar não mais voltar a cometer o mesmo erro. Contudo, nunca desistiram e tiveram a grandeza suficiente para estar presentes em grande parte dos melhores momentos da minha vida.
Sei que amigo é aquele que faz tudo sem esperar nada em troca, mas é inevitável um agradecimento. Obrigada pelos momentos em que me ouviram, falaram, me deram na cabeça e me apoiaram. Obri…

O depois do adeus

Eis que, passadas as estas épocas festivas, olho para o calendário e me dou conta que foram poucos os momentos a dois. Teriam sido mais, com certeza, se a minha paixão pela Matemática fosse algo de um outro mundo. Posto isto, lá terei de baixar as guardas e render-me ao livro da disciplina, ou não estivesse o teste intermédio a uns dias de distância.


E, assim, dou as boas vindas ao novo ano, que consigo trouxe uma mão cheia de realidades!