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sexta-feira, 11 de março de 2011

Das melodias (ou da falta delas)

Já não existe simpatia pelos caminhos cá da terra, para ninguém. Os diálogos em casa, na escola e em qualquer outro sítio fugiram atrás das palavras, que também se foram. Nos Centros de Saúde, cafés e restantes serviços públicos não há quem ouça os desejos de uma pobre e deprimida (amostra de) adulta.

Caro Deus, isto de estar afónica não dá com nada!

5 comentários:

Cátia Mourisca disse...

fez-me rir :)

Miss Murder disse...

Por acaso desde que fui operada a minha voz esta sempre com oscilações xD

Belíssima disse...

Que forma mais poética de dizer que está afônica....
Acredito que se ficar sem voz, sou capaz de surtar pois falo mais que a própria boca, rsss
bjs

Daniela Pereira disse...

acreditas que nunca fiquei... hmmm ... afónica? confesso que as vezes com as mudanças de tempo acordo à rasca da garganta mas logo depois de beber água, comer, tomar banho e sair de casa, já estou normal outra vez.... mas sendo tagarela como sou, acho que não ia gostar nada disso. :x

Catarina Sofia disse...

Esse pequeno textinho cativou-me, deixou-me curiosa e depois soube que tás afónica, xD
Tinha saudades de cá vir e ler os pedacinhos da tua vida, peço desculpa por não ter andado presente mas andei mesmo sem vontade, vou tentar estar de volta para me deliciar com pequenas palavras como estas.
As melhoras Catarina :*