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Uma pontinha de inveja ou de saudades parvas, eis a questão

Um pouco por todo o lado já se ouve falar do início das aulas, do material escolar, dos transportes públicos a usar, das novas turmas, dos novos horários, das novas vidas. Este ano não tenho de pensar em nada disto, o que me desperta, no mínimo, uma sensação estranha, muito estranha.

Quando a solução não é tão simples quanto parece

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Domingo, 7 de Agosto de 2011, 23h56.

Eu sempre tive um plano, independentemente do facto deste dar ou não certo, eu sempre tive um plano. No entanto, pela primeira vez na minha vida (pelo menos no que remete para a parte em que me lembro de ser gente que sabe tomar decisões) não tenho.
Sinto-me a ser maltratada pelo que resta do meu subconsciente, a cada segundo que passa, e revejo-me perfeitamente num gato a quem acabaram de cortar os bigodes. É como um daqueles clichés em que existem mil e uma direcções, embora eu não saiba qual escolher. Talvez por cobardia, ou medo, ou estupidez, quem sabe. O que me parece é que os meus voos se foram tornando gradualmente mais baixos e qualquer escada de dois metros aparenta ser demasiado alta.
E o que é que eu, gentilmente, faço a este respeito? Espero os primeiros minutos de uma Segunda-Feira, sentada nos degraus da cozinha, a olhar de forma nostálgica - e bastante deprimente, diria até - o céu, que por acaso está magnificamente bonito e, no ent…

Dramas (quase) graves

Como quem não queria a coisa, loja a loja fui explorando, expirando as preocupações típicas de quem está às portas de fazer quatro exames nacionais (sim, eu sou extremamente crente) e parti à conquista do vestido perfeito para um baile que se afirma como sendo de finalistas. Contrariando as expectativas mais pessimistas, lá consegui encontrar algo que seria o ideal se não se aproximasse dos cento e quarenta euros. Creio que esta gente do comércio anda ligeiramente à sombra se falarmos das escaldantes condições económicas do país!

Mil e um dramas depois

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Pelos dias que correm, a minha vida assemelha-se a uma célula com elevadas variações na pressão osmótica, ou não fosse a falta de certezas uma constante. Embora sejam poucas as pessoas que me exigem tudo aquilo que podem, são muitas as variantes que esperam ansiosamente uma decisão tomada por mim. Contudo, a única vontade que paira no meu subconsciente é aquela que me induz para algo que se aproxima da visão que eu tenho de uma cama conjugada com um buraco, de maneira a que, por entre cobertores, sonos e esconderijos, possa mergulhar e vir à tona daqui a uns tempos, quando a coisa estiver composta.

Maldita maioridade!

Das melodias (ou da falta delas)

Já não existe simpatia pelos caminhos cá da terra, para ninguém. Os diálogos em casa, na escola e em qualquer outro sítio fugiram atrás das palavras, que também se foram. Nos Centros de Saúde, cafés e restantes serviços públicos não há quem ouça os desejos de uma pobre e deprimida (amostra de) adulta.

Caro Deus, isto de estar afónica não dá com nada!

Custa-me admitir que...

...os amigos são como as mães: por verem aquilo que nós não queremos ver, têm (quase) sempre razão e acabam por dizer aquilo que não queremos ouvir.

Constatação do dia (2)

Perguntarem se temos novidades, por si só, já se apresenta como sendo uma pergunta que serve de início a uma conversa da treta. Agora, imaginem lá isto a dobrar, em diferentes entradas no Messenger. Escusado será dizer que a resposta "não, está tudo igual" se repetiu, sem qualquer dó, piedade ou tentativa subjacente a um diálogo escrito minimamente normal.