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Dos meus melhores dias (ou talvez não)

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Sempre ouvi dizer que magoamos as pessoas que amamos. Contudo, o contrário, ou seja, que alguém que nos ama nos magoe, tornava-se uma realidade demasiado improvável, pelos menos diante de uma pessoa tão crédula quanto eu.
Experiências recentes têm me levado a concluir que nem tudo é um mar de rosas, ou na pior das hipóteses, um mar de pampilos. Não existem pessoas minimamente perfeitas e poucos serão aqueles em que poderemos confiar. Diante disso, o aceitável seria que os seus fins justificassem os meios e não que os seus meios fossem independentes dos fins.
Alimentamos relações durante uma vida inteira, defendemos gente perante aqueles que nos são mais próximos, mas na primeira oportunidade somos atraiçoados. Não se importam com aquilo que possivelmente poderemos sentir, com as consequências adjacentes aos seus actos, nem mesmo até com o que os outros poderão pensar. O essencial é manter um orgulho ferido, alimentado com planos mesquinhas, ratoeiras cruéis e atitudes impensáveis, não…

Birras de uma adulta (ou nem tanto assim)

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Quero ver todas as séries e filmes que por aí residem. Quero ler algo que tenha mais de 200 páginas. Quero trocar o sono e dar-lhe voltas sem fim. Quero dormir mais de doze horas por dia. Quero sol, praia e piscina. Quero sair e não voltar a horas decentes. Quero ouvir as vozes dos meus amigos durante muito tempo, sem interrupções. Quero ir em vez de ficar. E em vez de tudo isto, contrariamente ao esperado, tenho é de estudar para um teste de Matemática de última hora, que me assentou que nem uma luva (ou não)!

Constatação do dia (9)

Sinto-me bastante idiota por não saber regatear preços.

Do meu ex-calcanhar de Aquiles

Ele olhou para mim, eu olhei para ele. Oclick fez-se ouvir e mantemo-nos em silêncio durante breves minutos, como que a desfrutar o momento. O espelho dizia tudo, não seriam necessárias mais palavras quando uma imagem era o suficiente. Depois de percorrer uns quantos shoppingsnumas quantas cidades, foi assim que percebi que finalmente tinha encontrado um vestido para o bendito baile de finalistas!


Obrigadinha aí em cima por este milagre!

Do primeiro dia de praia do ano (Sábado)

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Lá rumámos uns quantos para o local onde o mar se movia, a areia assistia e o vento soprava. Claro está que a espera pelas horas quase infinitas de raios de sol seria um tanto ou quanto louca para uma primeira vez anual. Eis que, desta forma, o resultado foi mais ou menos este:




Mesmo assim ainda houve quem, no dia seguinte, visse espelhadas as costas onde até as marcas dos laços do biquíni reinavam, dadas as duas horas de sol com que fomos presenteados. Quanto a mim, devo dizer que vim exactamente igual, ou seja, pronta para fazer publicidade a uma gama de lençóis brancos!



Ele há coisas do diabo!

Por onde andarão os sentidos de consciência e responsabilidade característicos de uma adulta?

Eu sou uma pessoa extremamente inconsciente, ou pelo menos o pareço de quando em quando. Muitos são os dias em que ando à procura de algo em que possa participar e acabo por me esquecer de que isso me requererá tempo, tempo esse que por sinal se poderá tornar escasso em momentos carregados de motivos de força maior. Não que perca a noção da realidade, mas o espírito pouco ou muito activista que tenho acaba sempre por falar mais alto, quanto mais não seja para espantar ocasiões de tédio escrito em longas páginas. E o resultado de tudo isto revela-se em poucas horas dadas à cama e agravamentos do meu bom humor matinal, que por si só já era algo de fascinante (ou não)!

Das coisas que me fazem urticária

O cúmulo dos cúmulos é passar quase um dia inteiro no shooping à procura de algo parecido com um vestido para o baile de finalistas e sair de lá de mãos a abanar. Melhor ainda é o facto de faltarem três semanas para o dito cujo e grande parte do tempo estar, desde há muito tempo, guardado para coisas bem mais importantes. De uma coisa estou certa, selectividade é algo que não falta por estas bandas!



Como eu adoro isto!

Momentos em que descubro (possíveis) tendências duvidosas

Estou numa fase da minha vida deveras atribulada e complicada, exagerada e ironicamente falando, claro está!
Dado o aborrecimento mais que comprovado, por entre os dramas infinitos com os quais me deparo dia após dia, nos momentos anteriores aos supostos estudos, questiono-me sobre o facto da assistência de um daqueles programas da tarde, em que o público diz o número de telefone dos concursos em voz alta, vezes sem conta, ser ou não uma melhor opção quando comparada com tudo o resto. Longe vão os tempos em que eu tinha disponibilidade para tudo e não me recordava de nada em que pudesse dar o corpo ao manifesto!

Histórias de gente que não sabe roubar

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As pessoas generalizam, embora que nem sempre a seu bel-prazer, mas sim porque lhes são dados motivos para tal. Claro está que não se pode atribuir o mesmo chapéu a todas as cabeças devido à diferença de medidas, mas quando a dimensão é a mesma, seria estranho se boné não assentasse.
Eu não tenho nada contra as pessoas de raça cigana, até porque já conheci um ou outro indivíduo com características individuais apreciáveis. Contudo, é frequente a associação de crimes a estes grupos, o que os pode magoar e tornar ainda menos seguidores das regras sociais.
Tudo isto porque hoje teria sido um dia normal, não fosse o quase assalto realizado por dois miúdos ciganos que se acharam gente grande por entre um conjunto de raparigas. Em contrapartida, acabaram por perceber que nada aconteceria, não por sermos valentes, mas sim porque não respondemos aos insultos bastante irritantes que nos ofereceram, o que, no final de contas, era o que eles queriam. Assim, para trás ficaram as energias guardadas …

Espera Só Um Segundo (ou não)!

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Durante uma época que se quer cheia de trabalhos, enriquecida de testes, possuidora de aulas extra que nem sempre servem para conseguir um conhecimento necessário aquando dos exames e a transbordar horas em dívida para com a cama, chegada é a altura de declarar que gostaria de ter mais tempo e paciência para escrever neste meu cantinho. Claro está que tal se torna impossível quando adormeço sem ter isso como intenção e mesmo antes de efectuar acções como terminar trabalhos de casa, preparar a mochila para o dia seguinte e tomar um bom banho que, sendo assim, fica adiado para a manhã do dia seguinte, condicionando atrasos capazes de me mostrarem que os autocarros não esperam um único segundo!

Dramas (quase) graves

Como quem não queria a coisa, loja a loja fui explorando, expirando as preocupações típicas de quem está às portas de fazer quatro exames nacionais (sim, eu sou extremamente crente) e parti à conquista do vestido perfeito para um baile que se afirma como sendo de finalistas. Contrariando as expectativas mais pessimistas, lá consegui encontrar algo que seria o ideal se não se aproximasse dos cento e quarenta euros. Creio que esta gente do comércio anda ligeiramente à sombra se falarmos das escaldantes condições económicas do país!

Uma Páscoa com companhia

O meu instinto diz-me que as amêndoas sabem melhor quando não vêm com tanta abundância.



Bendita Páscoa que já se foi!

Numa só palavra: um estado lastimável

Primeiro a ponta do dedo, depois o calcanhar, vagarosamente, não vá a coisa correr mal. Primeiro o pé esquerdo, depois o direito, e muito lentamente em jeito de quem experimenta. Sem dar um passo maior do que a própria perna, é assim que se encontra uma solução. Tudo isto para me conseguir transportar até à divisão mais próxima, ou não tivesse eu encarnado a personagem de chica-esperta no ginásio!

O FMI visto por quem não percebe nada do assunto

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São agora descobertos os novos heróis, dizendo ser os bons da fita e lançando nas bocas do povo a boa-nova. Esta, por sua vez, baseia-se fundamentalmente nos tesouros infelizes escondidos por entre as dívidas do governo e de um primeiro-ministro que se vê, assim, atacado por lados que nem sabia que existiam. Desde os partidos que fazem as manchetes dos jornais e noticiários até aos mais recentemente formados, todos aproveitam para fazer campanha e ter os seus breves minutos de fama e protagonismo.
E é no meio dos sonhos adiados para daqui a três anos que ficam aqueles que lutam diariamente, fazendo das lástimas e reclamações as armas que apelam à democracia e que tanto os ajudam a assumir algo que se assemelhe a uma posição nesta tão apreciável sociedade. Talvez um dia consigam novos meios para novas batalhas, ou talvez não…
O futuro será um palco cujas personagens se farão mover pelas regras impostas por um simples Fundo Monetário Internacional, onde de pouco valerão os protagonismo…

Das melodias (ou da falta delas)

Já não existe simpatia pelos caminhos cá da terra, para ninguém. Os diálogos em casa, na escola e em qualquer outro sítio fugiram atrás das palavras, que também se foram. Nos Centros de Saúde, cafés e restantes serviços públicos não há quem ouça os desejos de uma pobre e deprimida (amostra de) adulta.

Caro Deus, isto de estar afónica não dá com nada!

Aquilo em que se pensa por estes lados

Sinto-me um leucócito em apoptose, dado que já isto deveria estar programado, mesmo sem eu o saber; uma raíz quadrada de um número negativo, simplesmente porque nada me parecia possível há uns dias atrás; um marinheiro sem Ilha dos Amores, pois tudo parece ter sido feito em vão. E porquê? Porque não estou minimamente certa do que farei no próximo ano, facto que me deixa um bocado desnorteada e que contradiz, de certa forma, os objectivos que vim traçando.

Claro está que o melodrama do momento deixará de o ser daqui a uns tempos!

Eu e os transportes públicos, a combinação perfeita!

Adoro (ou talvez não) aqueles momentos em que penso que estou atrasada para o autocarro, chego à paragem por entre correrias e entro no primeiro semelhante que me aparece à frente, pelo que acabo por verificar, através dos gritos externos ao veículo, que não fiz a escolha certa. Melhores ainda, são os segundos seguintes, nos quais os restantes indivíduos que aguardam a sua vez para seguir um trajecto chegam à mesma conclusão que eu!


Creio que será duvidoso se eu disser que, todos os dias, me desloco desta forma para a escola.

Charlie St. Cloud

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E eu sou uma triste porque ainda choro a ver isto.

Constatação do dia (de ontem) (6)

Nem o Zé Cabra consegue superar estes meus dotes vocais tão inclinados para o horrível. O Singstar e mais um quantos indivíduos que o digam! Portanto, se um dia tiverem a infelicidade de se cruzarem comigo na rua, ignorem o ruído, sim?

O meu dia começa mal quando...

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… alguém me olha descaradamente dos pés à cabeça e fica complicado não proferir uma ou outra palavra torta! E isto, porque existem pessoas que não merecem a nossa boa educação e são completamente a favor do constrangimento.