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A mostrar mensagens com a etiqueta Momentos de inutilidade

Como quem muda de camisola

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Pelos dias que correm, vejo mil e uma hipóteses para o meu futuro. Diria até que mudam mais rapidamente do que a minha roupa, ou não fossem mesmo em grande número, mas recuso-me a fazê-lo para que não soe estranho. Contudo, dou por mim a considerar os actos de cobardia um conforto, dado que me sinto um pouco melhor ao perceber que tantos outros estão a passar pelo mesmo que eu neste momento. Pergunto-me se isto será um distúrbio de personalidade ou algo tão normal como o facto do meu pai ver numa pen drive um ser masculino.

Monólogos de uma mente ensonada

Adoro deitar-me só quando o dia nasce. São luxos que ficarão a faltar quando eu assumir a minha vida de gente crescida.

Birras de uma adulta (ou nem tanto assim)

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Quero ver todas as séries e filmes que por aí residem. Quero ler algo que tenha mais de 200 páginas. Quero trocar o sono e dar-lhe voltas sem fim. Quero dormir mais de doze horas por dia. Quero sol, praia e piscina. Quero sair e não voltar a horas decentes. Quero ouvir as vozes dos meus amigos durante muito tempo, sem interrupções. Quero ir em vez de ficar. E em vez de tudo isto, contrariamente ao esperado, tenho é de estudar para um teste de Matemática de última hora, que me assentou que nem uma luva (ou não)!

Constatação do dia (9)

Sinto-me bastante idiota por não saber regatear preços.

Do meu ex-calcanhar de Aquiles

Ele olhou para mim, eu olhei para ele. Oclick fez-se ouvir e mantemo-nos em silêncio durante breves minutos, como que a desfrutar o momento. O espelho dizia tudo, não seriam necessárias mais palavras quando uma imagem era o suficiente. Depois de percorrer uns quantos shoppingsnumas quantas cidades, foi assim que percebi que finalmente tinha encontrado um vestido para o bendito baile de finalistas!


Obrigadinha aí em cima por este milagre!

Das coisas que me fazem urticária

O cúmulo dos cúmulos é passar quase um dia inteiro no shooping à procura de algo parecido com um vestido para o baile de finalistas e sair de lá de mãos a abanar. Melhor ainda é o facto de faltarem três semanas para o dito cujo e grande parte do tempo estar, desde há muito tempo, guardado para coisas bem mais importantes. De uma coisa estou certa, selectividade é algo que não falta por estas bandas!



Como eu adoro isto!

Espera Só Um Segundo (ou não)!

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Durante uma época que se quer cheia de trabalhos, enriquecida de testes, possuidora de aulas extra que nem sempre servem para conseguir um conhecimento necessário aquando dos exames e a transbordar horas em dívida para com a cama, chegada é a altura de declarar que gostaria de ter mais tempo e paciência para escrever neste meu cantinho. Claro está que tal se torna impossível quando adormeço sem ter isso como intenção e mesmo antes de efectuar acções como terminar trabalhos de casa, preparar a mochila para o dia seguinte e tomar um bom banho que, sendo assim, fica adiado para a manhã do dia seguinte, condicionando atrasos capazes de me mostrarem que os autocarros não esperam um único segundo!

Mil e um dramas depois

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Pelos dias que correm, a minha vida assemelha-se a uma célula com elevadas variações na pressão osmótica, ou não fosse a falta de certezas uma constante. Embora sejam poucas as pessoas que me exigem tudo aquilo que podem, são muitas as variantes que esperam ansiosamente uma decisão tomada por mim. Contudo, a única vontade que paira no meu subconsciente é aquela que me induz para algo que se aproxima da visão que eu tenho de uma cama conjugada com um buraco, de maneira a que, por entre cobertores, sonos e esconderijos, possa mergulhar e vir à tona daqui a uns tempos, quando a coisa estiver composta.

Maldita maioridade!

Das melodias (ou da falta delas)

Já não existe simpatia pelos caminhos cá da terra, para ninguém. Os diálogos em casa, na escola e em qualquer outro sítio fugiram atrás das palavras, que também se foram. Nos Centros de Saúde, cafés e restantes serviços públicos não há quem ouça os desejos de uma pobre e deprimida (amostra de) adulta.

Caro Deus, isto de estar afónica não dá com nada!

De um Memorial

Só para que saibam, quando mencionei o objectivo de ler um livro de duas em duas semanas, não me estava a referir ao Memorial do Convento, dado que esse vai dar-me trabalho para umas quantas semanas, ou eu não me confundisse toda com os diálogos enriquecidos de vírgulas e mais vírgulas.


Claro está que o mérito de Saramago não está em aqui causa. Talvez esteja a minha compreensão, quem sabe!

Como o tempo é aproveitado por estes lados

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As horas do almoço têm sido passadas por entre cálculos mentais, melhorias de estratégias e rizadas minhas por entre as caras sérias das minhas amorosas (ou não) companheiras de jogo. Escusado será dizer que os tempos de estudo por entre as horas das refeições pairam lá, bem longe por entre o infinito do horizonte.

E eu a pensar que não gostava de jogar à Sueca!

Momentos em que eu me acho importante

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Não sei se lembram de eu vos ter dito que a minha voz ao telemóvel é uma coisa horrível, semelhante àquelas dos desenhos animados infantis, de tão arrojado (ou inocentemente estúpido) que é o seu tom. Pois bem, este foi um dos factos que tornou o acontecimento em causa um tanto ao quanto estranho.
Devido a Área de Projecto, eu e o meu grupo estamos a organizar uma festa de angariação de fundos para a Associação Acreditar (a realizar-se amanhã à noite, por sinal), de maneira a que se tornou necessário o contacto com a rádio local para a divulgação da mesma. Assim, poucos dias depois ligaram-me, dizendo:

Ela:
Fala uma das responsáveis pela festa de solidariedade?

Eu:
Sim, exactamente.

Ela:
Aguarde um pouco que passaremos à mesa de gravação.

Não me perguntem como nem porquê, mas os meus braços elevaram-se para quem ali estava comigo, em jeito de não-sei-bem-o-que-aqui-vai-acontecer. Então é assim que esta gente trabalha? Ligam de repente e começam a fazer perguntas, sem que os entrevistados (…

O sono (ou a falta dele)

Já lá vão os tempos em que eu desfrutava de uma sesta à tarde e dormia que nem um anjinho à noite. Agora, limito-me a desfrutar dela (devido à síndrome pós-fim de semana) ao ponto de ter de ignorar o facto de haver aulas daqui a umas horinhas e procurar algo de interessante para fazer, dado que o sono se faz tardio em chegar.

Algo me diz que, amanhã de manhã, alguém haverá de esperar um segundo por mim!

Uma Aventura na Segurança Social

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Os jovens de hoje são extremamente irreverentes, profundamente dinâmicos, minimamente interessados pelo mundo, exageradamente apaixonados pelas novas tecnologias e constantemente atraídos para experiências distintas das que já viveram. Menciono uma generalidade, embora saiba que serão os adultos de amanhã, sem que alguma excepção exista por entre o enredo.
Se os jovens de hoje forem como eu e a J., o mundo será um lugar complicado para se viver no futuro, dados os enigmas existentes no funcionamento dos estabelecimentos públicos, ou não fosse o nosso desconhecimento para com tais meios.
Eis que, devido a motivos de força maior, se tornou necessário um deslocamento à Segurança Social, pelo que, dada a nossa vaga noção da existência de bilhetes numerados para espera, nos deparámos com esta coisinha linda aqui:
Esperámos um segundo, esperámos dois, esperamos três. Esperámos uma hora e alguns minutos, sentadas num banco, longe da vista do plasma que lá marcava, por entre compassos temporais,…

Eu e os transportes públicos, a combinação perfeita!

Adoro (ou talvez não) aqueles momentos em que penso que estou atrasada para o autocarro, chego à paragem por entre correrias e entro no primeiro semelhante que me aparece à frente, pelo que acabo por verificar, através dos gritos externos ao veículo, que não fiz a escolha certa. Melhores ainda, são os segundos seguintes, nos quais os restantes indivíduos que aguardam a sua vez para seguir um trajecto chegam à mesma conclusão que eu!


Creio que será duvidoso se eu disser que, todos os dias, me desloco desta forma para a escola.

#2 LETTER TO YOUR CRUSH

Pelos dias que correm, a paixão não é algo que abunde por estes lados, por isso nada tenho a dizer.


Desculpem lá qualquer coisinha!

Como eu adoro isto!

O que eu mais detesto nas férias é o facto de ter de voltar às aulas com os sonos trocados, que, por sua vez, apenas se deixam equilibrar algumas semanas depois. Tal facto ser-me-ia indiferente se hoje não tivesse vivido a pior aula da minha vida, a primeira do dia, na qual tive de exigir muito da minha pessoa para me manter intacta e serena, com os olhos minimamente abertos.


E, assim, recebo com alegria este início do 2º Período.

No ridículo da coisa

Adoro aqueles momentos em que o(a)-não-sei-das-quantas-que-até-é-simpático(a) se cruza comigo, e eu, por um motivo desconhecido, apenas respondo com as primeiras letras de uma palavra.

Chama-se a isto necessidade extrema de férias natalícias que, por sinal, parecem demorar na chegada, ou não estivesse esta semana a passar mais lentamente que todas as outras juntas.

Isto de ser pequena

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Ser pequena hoje em dia não é fácil, de todo. E digo isto porque os meus 156 centímetros me dão margem para tal.
Tudo começa de manhã, com o nascer do dia, dado que os cumprimentos matinais aos amigos, principalmente aos rapazes, que por estas bandas se querem altos, se tornam actos um tanto ao quanto complicados, ou não tivesse eu de ficar (muitas das vezes) em bicas de pés, simplesmente porque eles se lembram em complicar a coisa. Depois, vêm as idas ao quadro, quando os professores me mandam escrever no topo para poupar espaço e para que os alunos de trás consigam ver na perfeição. Posteriormente, nas aulas de Educação Física, ficam estúpidos os jogos de equipa em que os parceiros não têm a noção de como mandar bolas para que estas se dêem ao luxo de ser apanhadas por pessoas de baixa estatura. Contudo, estes são pormenores que nem chegam a ser dramáticos o suficiente para que eu deixe de gostar de ser pequena.
Desta feita, despertei o ser curioso que há em mim e dei a mão à palmatór…

O que se canta nos balneários femininos destas bandas

Creio que não seja necessário dizer mais nada.