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Uma pontinha de inveja ou de saudades parvas, eis a questão

Um pouco por todo o lado já se ouve falar do início das aulas, do material escolar, dos transportes públicos a usar, das novas turmas, dos novos horários, das novas vidas. Este ano não tenho de pensar em nada disto, o que me desperta, no mínimo, uma sensação estranha, muito estranha.

(...)

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A dor tem o tamanho da importância que lhe damos.

Constatação dos últimos tempos

Os homens do tasco são uma espécie deveras irritante e com as técnicas de engate mais estranhas do mundo.

Em meia dose de férias

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Isto de procurar trabalho é uma tarefa árdua, mesmo que seja para me candidatar a um part-time. Parece que este desejo necessário de me tornar uma pessoa responsável me vai fazendo sentir como alguém que não está de férias. Espero conseguir mudar tal facto nas próximas semanas, até porque já fiz quase tudo aquilo que podia e só me resta esperar pelas respostas. Não posso esquecer que, apesar dos 18 anos (como se eles significassem tanto assim), ainda mantenho uma adolescente dentro de mim.

Das coisas que eu preferia não saber

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A desilusão tem um tamanho assustador.

(Nem) Toda a gente mente no currículo(?)

Nunca pensei que acabar o meu currículo fosse uma tarefa tão árdua, principalmente tendo em conta a parte na qual tenho de falar sobre as experiências profissionais (que, no auge dos meus 18 anos, são algo de fantástico, diria eu). Digamos que é necessária uma certa dose de imaginação para o fazer (não para mentir, porque não quero utilizar esse tipo de métodos, mas para mencionar, de forma bonita, a minha - tão pouco vasta - lista de actividades), de maneira a que isto é algo que eu dispensava com uma grande facilidade. Ele há coisas do diabo!

Constatação (ligeiramente tardia)

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É como algo que se sente, mas não se sabe; que passa pelo ar, mas nunca se respira; que é mentira, mas veste a verdade quando atinge o entendimento.
Dizer o que se sente não é fácil, mas é agradável ouvi-lo depois de ver nos olhos de alguém que a sinceridade respira por entre as correrias perpetuadas nas veias.

Das melodias (ou da falta delas)

Já não existe simpatia pelos caminhos cá da terra, para ninguém. Os diálogos em casa, na escola e em qualquer outro sítio fugiram atrás das palavras, que também se foram. Nos Centros de Saúde, cafés e restantes serviços públicos não há quem ouça os desejos de uma pobre e deprimida (amostra de) adulta.

Caro Deus, isto de estar afónica não dá com nada!

Aquilo em que se pensa por estes lados

Sinto-me um leucócito em apoptose, dado que já isto deveria estar programado, mesmo sem eu o saber; uma raíz quadrada de um número negativo, simplesmente porque nada me parecia possível há uns dias atrás; um marinheiro sem Ilha dos Amores, pois tudo parece ter sido feito em vão. E porquê? Porque não estou minimamente certa do que farei no próximo ano, facto que me deixa um bocado desnorteada e que contradiz, de certa forma, os objectivos que vim traçando.

Claro está que o melodrama do momento deixará de o ser daqui a uns tempos!

Odeio, odeio, odeio...

... quando me dão os parabéns antes do tempo.

Maldito seja o Facebook!

Dias em branco

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Os dias têm sido passados por entre dilemas, diria até que melodramas de quem tem a mania de que sabe tudo e, posteriormente, acaba por perceber que se enganou com uma profundidade acentuada. É como se, de repente, nascesse em mim o desejo de fazer tudo sem ter tempo, disponibilidade psicológica e vontade para tal, o que acaba por se revelar deveras contraditório, sei-o bem. Quero acreditar que tais factos se devem ao actuar das hormonas, nestes últimos dias em que os papéis do governo me registam como sendo adolescente.
Obrigado, Leonardo, pelo título deste post.

Ups, lá se foi mais um!

Algumas rabanadas, uns tantos sonhos e muitos chocolates depois, aqui estou a verificar que mais um Natal passou. Para dizer a verdade, este não foi tão saboreado como outros o foram no passado, dado que o tempo voou, sem tão pouco que me permitir uma contagem decrescente dos dias. Contudo, ficará guardada na minha memória uma magia, como sendo aquela que durou pouco mais de 24 horas e que ficou caracterizada, não pela minha euforia, mas pelos sorrisos dos miúdos ao abrirem os presentes.

Momentos em que fico com vontade de dar um abraço

Pouco haverá de mais enternecedor no mundo do que um(a) velhinho(a) de cabelos brancos a passear pela rua, numa tarde de um Outono frio, por entre as roupas de malha e os cachecóis gastos pelo tempo.

Percebo que os meus amigos são os maiores quando...

... a A. começa o dia a desejar que o Natal passe rápido para que cheguem os saldos.

Do dia de hoje

O Saw 7 3D nunca será um dos meus filmes de terror de eleição.