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sexta-feira, 6 de maio de 2011

Sorrir por dentro

Talvez seja uma obrigação interior que nos faz experimentar o condicionamento de percorrer um caminho até ao fim. Talvez nos sintamos quase que inevitavelmente sujeitos a demonstrar a nós mesmos que somos capazes de ultrapassar uma realidade na qual já nos magoámos e aprendemos de uma forma pintada pela surpresa e pela contrariedade da nossa própria vontade. Talvez não consigamos dizer que fraquejámos e que vamos desistir, apenas isso.
Na história de uma viagem ficam os insucessos, os novos começos sucessivos e as memórias de alguém que não se sentiu na capacidade de afirmar a si mesmo que não iria continuar. Dela apenas se lhe conhece o destino, embora não se saiba se um dia este haverá de ser atingido. Restam as sombras da esperança, as nódoas nos corpos da persistência e os rostos de gente que chora por fora mas quer sorrir por dentro.

8 comentários:

Ésse. disse...

É e o meu coração não está com vontade de me mostrar caminhos nem nada do género :s

Ésse. disse...

Cromas? Naaaaaaaa, apenas me apanharam bem disposta para mandar secas xD

Ésse. disse...

Tu concordas com a frase, eu concordo com todas as músicas da banda xD

Ésse. disse...

As baladas portuguesas e assim não são más, até gosto. Apenas as oiço com mais frequências. Dantes ouvia porque calhava, porque passava na rádio. Agora oiço para... sei lá.

Andreiazita disse...

Selo no meu blogue à tua espera :)

Catarina Elwin Haner disse...

A esperança sempre permanece.
Sentia falta destes teus textinhos (:

h. disse...

adorei.

Anónimo disse...

Vai para o Afeganistão.