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O melhor de qualquer percurso lectivo

Eu, que até nem sou uma pessoa muito dada às auto-avaliações (e seus afins) das diferentes disciplinas, hoje até as fiz de bom grado, como que em jeito de despachar algo que teria de ser feito de qualquer das maneiras. Os diálogos com os professores foram também deveras fascinantes, ao ponto de terminarem muito antes do nascer do toque da campainha, o que me contentou, claro está! Até mesmo os passos dados para a mudança de sala foram das melhores coisas do mundo, pelo simples facto de serem os últimos dos próximos tempos. É caso para dizer: venham de lá essas férias!

Da capital e arredores

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Estes últimos dias têm sido passados por entre viagens de autocarro, almoços e jantares num sítio qualquer que possa aparecer pelo caminho, condições estranhamente más de uma pousada da juventude, sono até dizer mais não, divertimento e pessoas sem fim e lugares que toda a gente sabe que existem mas alguns aos quais eu ainda não tinha ido. Tudo começou por Lisboa, no Pavilhão do Conhecimento, que nem de mais nem de menos interesse, lá nos deu entretenimento por breves horas. Posteriormente, e talvez o mais aguardado de tudo isto, o Estádio da Luz foi o destino. Respirava paixão e grandiosidade ao ponto de despertar em mim, que até nem evoco um amor extraordinariamente grande pelo futebol, uma enorme vontade de estar ali, perante uma multidão vibrante com um jogo (o que não se veio a verificar, dado que não éramos tantos assim, nem tão pouco se avistava um pedaço de gente com ares de quem sabe usar uma bola). Próxima a hora da vinda, e bendito sejas ó Saramago, o Convento de Mafra resto...

De um Memorial

Só para que saibam, quando mencionei o objectivo de ler um livro de duas em duas semanas, não me estava a referir ao Memorial do Convento , dado que esse vai dar-me trabalho para umas quantas semanas, ou eu não me confundisse toda com os diálogos enriquecidos de vírgulas e mais vírgulas. Claro está que o mérito de Saramago não está em aqui causa. Talvez esteja a minha compreensão, quem sabe!

Como o tempo é aproveitado por estes lados

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As horas do almoço têm sido passadas por entre cálculos mentais, melhorias de estratégias e rizadas minhas por entre as caras sérias das minhas amorosas (ou não) companheiras de jogo. Escusado será dizer que os tempos de estudo por entre as horas das refeições pairam lá, bem longe por entre o infinito do horizonte. E eu a pensar que não gostava de jogar à Sueca!

Eu, eles e a terrinha

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Eu vivo numa terra onde as pessoas vão a festas de solidariedade e ainda ficam no fim para a ajudar a organização do evento na limpeza e arrumação do espaço. Este é um dos motivos que me fazem gostar de viver aqui e que me levam a sentir saudades só em pensar que um dia isto poderá mudar (ou não). E, com gente assim, poderei dizer que o nome da festa até que nem foi mal dado! O objectivo final foi conseguido, o dinheiro entregue à instituição e mais uma experiência ficou registada neste meu livro de memórias. Claro está que o futuro na organização de eventos é algo que não me ocorre como possibilidade! Ao que parece, a crise não morde os valores de toda a gente!

Para o que me dá!

O lado deprimente da vida abunda por estes lados, de maneira a que as melhores noites são passadas por entre os cobertores, rezando aos céus para que os momentos se prolonguem. Haja paciência!

Adoro os momentos em que...

... os testes para os quais eu não tinha estudado minimamente são adiados dois dias antes. Bendita sejas, ó democracia!

Eu e os transportes públicos, a combinação perfeita!

Adoro (ou talvez não) aqueles momentos em que penso que estou atrasada para o autocarro, chego à paragem por entre correrias e entro no primeiro semelhante que me aparece à frente, pelo que acabo por verificar, através dos gritos externos ao veículo, que não fiz a escolha certa. Melhores ainda, são os segundos seguintes, nos quais os restantes indivíduos que aguardam a sua vez para seguir um trajecto chegam à mesma conclusão que eu! Creio que será duvidoso se eu disser que, todos os dias, me desloco desta forma para a escola.

Das ocupações interessantes

Por estes lados, os dias têm sido passados por entre os livros de Matemática e as espreitadelas ao restante mundo. Tudo demasiado fascinante, tal como se pode verificar! Desta feita, espera-se que a próxima Quarta-Feira (data do teste intermédio) se aproxime o mais rapidamente possível, para que este isolamento social, forçado pelas minhas escolhas e pela educação portuguesa, se dissipe sem que se dê por isso!

R.

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Tenho saudades dos tempos em que me roubavas os cadernos a meio das aulas, porque tinhas a mania de não copiar as coisas do quadro.

No ridículo da coisa

Adoro aqueles momentos em que o(a)-não-sei-das-quantas-que-até-é-simpático(a) se cruza comigo, e eu, por um motivo desconhecido, apenas respondo com as primeiras letras de uma palavra. Chama-se a isto necessidade extrema de férias natalícias que, por sinal, parecem demorar na chegada, ou não estivesse esta semana a passar mais lentamente que todas as outras juntas.

Percebo que os meus amigos são os maiores quando...

... a A. começa o dia a desejar que o Natal passe rápido para que cheguem os saldos.

Constatação do dia (7)

Tenho a perfeita noção de que sou uma anormal pelo simples facto de que, a cada momento em que o sono toma conta de mim, fico com umas dores de garganta um bocado manhosas. Pior ainda, é saber que se tomar um (único) café tudo se resolve, dado que não há cansaço mental que resista! P.S.- Desde já agradeço a todos aqueles que me desejaram sorte para a Matemática. E deixem-me que vos diga que poderia ter sido muito pior!

Apenas o Natal virá no pensamento

Em momentos como este moveria os ponteiros do relógio para que passassem 24 horas. Tudo isto a favor de uma vida livre e espontânea, cujo fim dos testes será determinado pela Matemática! Amanhã por esta hora serei uma pessoa mais feliz!

Momentos em que me sinto feliz (ironicamente falando)

Noite de Sábado que se preze é passada em casa, por entre exercícios de Matemática que se querem feitos. Como eu adoro isto!

E isto sobre o Halloween

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Dou-me conta que algo está realmente errado quando vejo que o facto de me darem um fim-de-semana prolongado é a mesma coisa que oferecerem um rebuçado a uma criança. Contudo, errado ou não, um conjunto de dias assim é sempre bem-vindo por estes lados, principalmente se existirem 24 horas festivas lá pelo meio. Há alguns anos atrás, era um pouco deprimente a forma como eu comemorava o Halloween, dado que se baseava essencialmente em saídas à rua com os amigos, assim que o sol se pusesse. E não, não íamos pelas portas dizendo “doçura ou travessura”, como manda a tradição inglesa. Por cá, as coisas faziam-se de uma forma um pouco diferente. As comemorações eram realizadas por entre correrias, fugidas ao impacte dos ovos que pela atmosfera circulavam e observações aos rolos de papel higiénico que rolavam por entre a calçada das ruas. De facto, havia exageros por entre estes hábitos, o que levava a que a palavra “vandalismo” circulasse em muitas vozes no dia seguinte. Contudo, não posso neg...