Mensagens

A mostrar mensagens com a etiqueta Dramas estúpidos

Dramas de alguém que se estreia na maioridade

Imagem
Por mais esquecida, distraída e desajustada que eu seja, tenho uma queda bastante acentuada para a necessidade de estabilidade. Gosto de saber o que se vai passar depois, mesmo que isso me transporte para daqui a uma hora, um dia, uma semana ou até mesmo um mês. Claro está que, no final de contas, grande parte dos acontecimentos são sucedidos a uma certa margem de distância daquilo que eu imaginei, mas se assim não fosse, o meu agora não seria chamado de vida. Contudo, é o facto de imaginar e traçar o futuro que me leva a “ganhar” uma determinada segurança para prosseguir, embora tenha consciência do quão irritante isso pode ser para aqueles que me ouvem diariamente. Ora, nestes tempos de mudança, se há coisa que não abunda por estes lados é a estabilidade, dado que as inscrições para os exames estão aí à porta, e eu nem tão pouco sei se irei para a universidade no próximo ano. Tudo isto para dizer que, por entre tantas palavras e tão poucas certezas, os meus pensamentos têm sido a mai...

Momentos em que eu me acho importante

Imagem
Não sei se lembram de eu vos ter dito que a minha voz ao telemóvel é uma coisa horrível, semelhante àquelas dos desenhos animados infantis, de tão arrojado (ou inocentemente estúpido) que é o seu tom. Pois bem, este foi um dos factos que tornou o acontecimento em causa um tanto ao quanto estranho. Devido a Área de Projecto, eu e o meu grupo estamos a organizar uma festa de angariação de fundos para a Associação Acreditar (a realizar-se amanhã à noite, por sinal), de maneira a que se tornou necessário o contacto com a rádio local para a divulgação da mesma. Assim, poucos dias depois ligaram-me, dizendo: Ela: Fala uma das responsáveis pela festa de solidariedade? Eu: Sim, exactamente. Ela: Aguarde um pouco que passaremos à mesa de gravação. Não me perguntem como nem porquê, mas os meus braços elevaram-se para quem ali estava comigo, em jeito de não-sei-bem-o-que-aqui-vai-acontecer. Então é assim que esta gente trabalha? Ligam de repente e começam a fazer perguntas, sem que os entrevis...

Dias em branco

Imagem
Os dias têm sido passados por entre dilemas, diria até que melodramas de quem tem a mania de que sabe tudo e, posteriormente, acaba por perceber que se enganou com uma profundidade acentuada. É como se, de repente, nascesse em mim o desejo de fazer tudo sem ter tempo, disponibilidade psicológica e vontade para tal, o que acaba por se revelar deveras contraditório , sei-o bem. Quero acreditar que tais factos se devem ao actuar das hormonas, nestes últimos dias em que os papéis do governo me registam como sendo adolescente. Obrigado, Leonardo, pelo título deste post .

O depois do adeus

Eis que, passadas as estas épocas festivas, olho para o calendário e me dou conta que foram poucos os momentos a dois. Teriam sido mais, com certeza, se a minha paixão pela Matemática fosse algo de um outro mundo. Posto isto, lá terei de baixar as guardas e render-me ao livro da disciplina, ou não estivesse o teste intermédio a uns dias de distância. E, assim, dou as boas vindas ao novo ano, que consigo trouxe uma mão cheia de realidades!

Das Compras Natalícias

Imagem
Podem chamar-me o que quiserem, mesmo que por isso passe por ser fútil. Certo é que, se pudesse, permaneceria horas sentada num pequeno banco do shopping a observar o movimento das pessoas por entre as correrias características das compras feitas em cima da hora. Por esta altura, esse seria um acto que me daria uma elevada dose de prazer, não só por imaginar a reacção dos presenteados ao abrirem os embrulhos na noite da véspera de Natal, mas também por equacionar os sentimentos com que estes foram comprados. Tempos houvera em que o facto de percorrer quilómetros dentro de um centro comercial me preenchia por ser uma boa forma de passar o tempo e gastar o dinheiro. Contudo, desde que entrei para o secundário e, consequentemente, vi a minha carga horária mais preenchida, encaro as idas ao shopping de uma maneira diferente, como se, em certas alturas, se tratassem de autênticas perdas de horas de vida. Não contradigo, claro está, o meu lado consumista muitas vezes despertado pelo stres...

Por esta altura...

... estou para aqui a pensar na melhor maneira de aproveitar os últimos dias do ano. Por mais que cresça, há coisas que nunca mudam!

No auge da inteligência reduzida

Se por vezes sou espontânea demais e acabo por responder a quem me rodeia de uma forma que pode não ser bem encarada ou percepcionada , outras então, pergunto-me onde é que tenho a cabeça ao deixar-me silenciosa quando deveria falar, questionar e resmungar. Tudo porque existem pessoas que têm o dom de nos darem a volta mesmo sem dizerem nada, e isto, definitivamente, dá cabo de mim. Uns chamam-lhe ingenuidade, outros afecto. Eu chamo-lhe burrice!

A Psicologia tem destas coisas!

Será que os professores de Psicologia são todos iguais? Ou será que falar durante 90 minutos seguidos é uma proeza que só à minha professora pertence? Bem, eu cá não sei, mas agradeço o silêncio da senhora nos próximos dias!

Dramas de uma adolescente em pré-maioridade

Detesto pedir algo aos meus pais e sinto-me bastante mal quando o faço, principalmente porque sei que de outra forma não teria aquilo de que necessito e, sejamos francos, aquilo que quero apenas porque sim. Seria tão mais agradável se eles tivessem consciência de tudo aquilo que preciso, sem que tivesse de pedir. Independência, onde estás tu?