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segunda-feira, 21 de março de 2011

Mil e um dramas depois


Pelos dias que correm, a minha vida assemelha-se a uma célula com elevadas variações na pressão osmótica, ou não fosse a falta de certezas uma constante. Embora sejam poucas as pessoas que me exigem tudo aquilo que podem, são muitas as variantes que esperam ansiosamente uma decisão tomada por mim. Contudo, a única vontade que paira no meu subconsciente é aquela que me induz para algo que se aproxima da visão que eu tenho de uma cama conjugada com um buraco, de maneira a que, por entre cobertores, sonos e esconderijos, possa mergulhar e vir à tona daqui a uns tempos, quando a coisa estiver composta.

Maldita maioridade!

2 comentários:

Cátia Mourisca disse...

gosto!

Catarina Elwin Haner disse...

Vais ver que tudo volta ao lugar com o seu tempo.