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domingo, 12 de setembro de 2010

Como eu admiro isto!


A minha mãe é uma senhora extremamente amorosa, claramente divertida, exageradamente preocupada e obviamente dedicada. Talvez sejam estes os motivos pelos quais eu gosto de a ajudar, mesmo que isso implique os caminhos inerentes à agricultura no quintal. Contudo, não é por este facto que estou aqui!

Hoje vou falar-vos do amor. Oh, o amor! Aquele lindo sentimento que nos deixa com borboletas inquietantes na barriga, que nos faz acreditar em coisas improváveis, que nos vira o mundo de pernas para o ar e que nos oferece todo um conjunto de emoções capaz de transformar a nossa vida numa não só mais feliz, mas também mais confusa.

Admiro muito aquelas pessoas que se conseguem manter casadas e amar o(a) companheiro(a) durante anos e anos. Para dizer a verdade, até acho isso bonito! Querem ver como eu tenho razão? Ora então, foquemo-nos na minha mãe e no meu pai, tendo em conta esta maravilhosa conversa entre mim e a matriarca da casa, num agradável dia em que o sol nos iluminava no jardim:

Eu: Toma mãe!

Ela: Para que raio são esses CD´s?

Eu: Para não estares sempre a queixar-te que os pássaros te comem as sementes. Assim, já os podes assustar!

Ela: Quem é que precisa de CD´s quando tem o teu pai?

Eu não vos disse que o amor era lindo?

2 comentários:

luis, o tigre disse...

isso da perspicácia é uma hipérbole muito muito grande :b o amor é lindo , mesmo

parabens , fizeste-me sorrir com este texto (:

Uma grande questão da humanidade, o que é que as borboletas apaixonadas sentem na barriga ?

- silvaaa* disse...

A minha mãe é a mesma coisa. Quando está bem disposta (sublinho o QUANDO), fala do meu pai com palavras tão carinhosas como: 'jinho velho; flor de fornezura (não sei escrever bem esta palavra); coração velho...
Quando não está bem disposta a agressividade fala mais alto :s