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quinta-feira, 9 de junho de 2011

Do Baile de Finalistas

A passadeira vermelha, dito acessório susceptível a futilidades e excentricidades, era quem mais esperava os nossos vultos, ou seja, as sombras daqueles que demoraram longas horas para se verem preparados.



Lá entrámos uns quantos, ostentosamente vestidos, à velocidade dos ponteiros do relógio, ou não fossem os saltos das silhuetas femininas demasiado altos, até à àquele que, supostamente, seria o momento que justificava o festejo, - a entrega dos livros de curso- onde os corações dos pais palpitaram e as lágrimas das professoras correram pelos rostos, perante as homenagens prestadas.


Patriarcas à parte, a festa continuou com um jantar servido com o rigor e o cuidado tradicionais, propícios do evento. Servida a sobremesa da alegria e da boa disposição, a dança, fonte de revelação de alguns professores, abriu caminho a uma longa noite, que apenas terminou no dia seguinte, quando o sol ocupou o lugar da luz da ribalta.


É certo que tudo fez parte de um enorme cliché já vivenciado por muitos, mas com as semelhanças esquecidas, esta foi a nossa vez de experimentar momentos únicos e inesquecíveis, quanto mais não seja pela quantidade de fotografias que preenchem a memória dos nossos computadores.

2 comentários:

Anónimo disse...

As pernas das meninas num blog..Aiaiaiai xD


Também vejo algures ai eu eheheh

Catarina Elwin Haner disse...

Espero que te tenhas divertido bastante, foi o teu dia para levar até à eternidade.