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A mostrar mensagens com a etiqueta Em busca de sonhos
Às vezes não precisamos de desistir daquilo que queremos, basta pararmos de lutar (por uns tempos).

Sorrir por dentro

Talvez seja uma obrigação interior que nos faz experimentar o condicionamento de percorrer um caminho até ao fim. Talvez nos sintamos quase que inevitavelmente sujeitos a demonstrar a nós mesmos que somos capazes de ultrapassar uma realidade na qual já nos magoámos e aprendemos de uma forma pintada pela surpresa e pela contrariedade da nossa própria vontade. Talvez não consigamos dizer que fraquejámos e que vamos desistir, apenas isso.
Na história de uma viagem ficam os insucessos, os novos começos sucessivos e as memórias de alguém que não se sentiu na capacidade de afirmar a si mesmo que não iria continuar. Dela apenas se lhe conhece o destino, embora não se saiba se um dia este haverá de ser atingido. Restam as sombras da esperança, as nódoas nos corpos da persistência e os rostos de gente que chora por fora mas quer sorrir por dentro.

Nas asas de um sonho

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Sou uma espécie de jornalista improvisada, cuja noção daquilo que está a fazer é ainda muito básica. Ou, pelo menos, assim consta no meu pensamento a partir de agora. Talvez pela mania de sonhar alto, quem sabe…
Dias depois, o senhor do jornal falou hoje comigo e deu-me permissão para começar a trabalhar em algo que se assemelhe a uma entrevista, cujo entrevistado ainda nem sabe da minha existência e (quase) vice-versa; e um texto sobre uma festa de solidariedade. Ambos me parecem muito bons, em jeito de começo.
É certo que, há já há algum tempo, o entusiasmo avassalador em prol de algo é escasso por estas bandas, o que me leva a crer que estou com uma síndrome para levar isto a sério, que é como quem diz, dando o meu melhor. Provavelmente, os sonhos têm de acontecer assim!

E creio que já falei demais sobre este assunto hoje. Os meus amigos que o digam!

Para o que as almofadas não serviram

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Às vezes guardamos os sonhos debaixo das almofadas. Outras, porém, vamos à luta por eles.
Hoje fui em busca do desejo antigo de escrever para um jornal da zona onde vivo. É um passo pequenino, ou talvez não. O que é certo é que me senti bem ao fazer algo para que isso venha acontecer. Resta-me aguardar pela resposta.



Senti-me uma verdadeira criança em busca do rebuçado perfeito!