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sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Uma questão de (des)confiança

As pessoas conseguem ser falsas, mesmo que não o tenham como objectivo. Induzem em erros, mentiras e crenças um tanto ao quanto estúpidas, julgando que isso as tornará menos veneráveis aos outros. Magoam e acabam por se magoar, embora nem sempre tenham consciência disso.
Não sou ninguém para questionar formas de vida e opções. Apenas tenho a noção de que a confiança é pouca, daí que tenha de ser oferecida apenas a quem a merece.

8 comentários:

kitty disse...

eu não sou falsa e odeio que o sejam comigo. mas a confiança é pouca, como disseste, é oferecida apenas a quem merece, e mesmo assim às vezes oferecemos a quem não merece de todo.

Andreza disse...

Triste mesmo é quando julgamos alguém confiável e este nos magoa...justo aquele(a) que mais confiávamos, mas como não temos como prever, o importante é seguir o coração, afinal, quem engana, engana mais a si próprio...confiar é um presente a quem recebe, o que este vai fazer co presentenão nos cabe mais...Bjs saudade de você no meu blog...sei que eu tbm estava meio sumida..até mais!

Belíssima disse...

Ah, Catarina.....
Somente o tempo nos ensina a confiar ou desconfiar.
Precisamos dele para avaliarmos as ações e reações de quem nos rodeia embuídos de saber se podem ser da nossa confiaça ou não.
Nem tudo podemos confiar, quer um exemplo? os segredos que não foram feitos para serem revelados.
bjs

Carla disse...

Há muitas pessoas falsas e não têm valor nenhum.

- silvaaa ' disse...

Hoje em dia as pessoas não conhecem o significado de "guardar um segredo" -.-
E não só ...

Anónimo disse...

A confiança não deve ser oferecida mas sim conquistada.

Beijinhos

luis, o tigre disse...

De facto a confiança é uma coisa que não dou ao desbarato. A minha poucos o ganham. A tua também, presumo.
Eu só a dou a pessoas que merecem ^^
*

Zen disse...

Trata-se de conquista