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sábado, 15 de outubro de 2011

Afinal, os legumes não eram tão simples como pareciam

Depois de duas semanas de trabalho sinto-me, definitivamente, num grau acima do amadurecimento. Já sei que existem muitos mais tipos de maçãs do que aqueles que imaginava (vermelha, verde e reineta) e até vou conseguindo (ou fazendo de conta que consigo) distingui-los. Além disso, ainda aprendi a separar a imagem de um pepino da de uma courgette, o que é um acontecimento de grande importância, não vá o futuro levar-me pelos caminhos rurais.
Por fim, e o melhor de tudo, é que me tornei um peixe na água para aquilo que está relacionado com a percepção, através de uns segundos durante a passagem dos artigos na caixa e o pagamento, de quem é que veste as calças em casa dos clientes (e assim me torno uma mulher babada ao perceber que estamos a ganhar terreno).
Escusado será dizer que o brilho de uma experiência não está naquilo que ela aparenta ser, mas sim na aprendizagem que tiramos dela.

2 comentários:

Rita Martino disse...

Eu acho que o ensino privado é mais exigente do que o público. Claro que tudo isso depende das escolas, dos professores e dos próprios alunos. Tanto há bons alunos nas públicas como maus alunos nas privadas. Tantos há bons professores nos privados como tbm há maus, assim como nas públicas. Quanto a isso de no ensino recorrente darem as respostas dos exames não sei... O que sei é que é mais fácil ter boas notas...

Miguel Silva disse...

No final tudo se resumo a grelos, tomates e pepinos não é assim?


;)