Páginas

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Primeiro Dia - Dez Coisas Que Gostaria De Dizer A Dez Pessoas Diferentes Agora.

À minha avó:
Desde sempre estiveste lá: nas primeiras fraldas, nos primeiros biberões, nas primeiras palavras e nos primeiros passos. Com o tempo, fui crescendo, assim como tu te foste adaptando, tendo em conta que muitas vezes éramos uma só, dada a tua capacidade para passar despercebida por entre jovens, sorrisos, sonhos inocentes, ambições estonteantes e vontades de viver.
Contudo, tu partiste, porque alguém decidiu que assim haveria de ser. Em contrapartida, nem mesmo esse facto me impede de continuar a amar-te, embora aquilo que significas para mim vá muito além do que consigo explicar.
Hoje, passado algum tempo desde a tua partida, começo a perceber que nunca me disseste adeus e nem mesmo “até já”, pois até isso seria demais. Mas eu sei que estás sempre comigo, tal como prometeste, e é nesses momentos que tomo consciência de que a única coisa a dar-te em troca é a minha felicidade.

À minha mãe:
És a mais rabugenta, chata e embirrante que conheço neste mundo. Contudo, ninguém me percebe da mesma forma que tu o fazes, me ajuda como tu ajudas e me faz sorrir como tu consegues fazer.
Tenho um enorme orgulho em ti e percebo isso em pequenos gestos como uma troca de olhares. Nada me deixa mais orgulhosa do que ver cada uma das tuas vitórias e cada passo que vais dando para te tornares numa mulher ainda mais fantástica. Gosto muito de ti, tu sabes. Sou uma filha babada, pronto!

Ao meu irmão:
És aquela pessoa que me tira do sério, que me faz sorrir pelas coisas mais insignificantes do dia-a-dia e que me ajuda a libertar a criança que há em mim, durante cada uma das brincadeiras que partilhamos.
Sei que tens dentro de ti uma pessoa muito especial, embora o tempo te vá oferecer a oportunidade de formares a tua própria personalidade, para que sejas ainda mais único. Contudo, a única coisa que idealizo para ti é a felicidade e espero que me procures, a cada vez que achares que posso contribuir para que ela se torne numa realidade.

Aos meus amigos de infância:
Seria injusta e demasiado egoísta se vos distinguisse, porque afinal, somos um grupo e é assim que eu quero que continuemos a ser.
As palavras que tenho a proferir-vos são tão simples como a amizade que desde criança partilhamos. Vocês sabem que são importantes na minha vida por todos aqueles momentos em que vivemos sorrisos, diversões, brincadeiras e desabafos. Por isso, a única coisa que vos desejo é que consigam atingir todas aquelas metas que fazem de nós pessoas completamente diferentes, mesmo que isso implique um ou outro distúrbio por entre esta sociedade. Por cá, estarei sempre às “ordens”, desde que elas vos façam sorrir!

Ao 1104:
Tenho saudades dos dois anos que vivi na vossa companhia, anos esses que tornam as salas de aula em sítios melhores para se passar o tempo! Contudo, no presente as coisas estão diferentes, mas fico feliz por perceber que isso não muda aquilo que demoramos a fortalecer. Espero que “curtam milhões” (tal como tantas vezes dissemos) por entre essa vida fora e que mostrem quem é que manda!

Ao P.:
Contigo passei bons momentos da minha vida, e não serei exagerada se disser que foram alguns dos melhores que tive até hoje. Afinal, foi com eles que aprendi a diferença entre o amor e a compaixão, assim como o facto de que existe sempre uma possibilidade de sermos ainda mais felizes. Contudo, a maturidade conquista-se com o tempo, e só com ele. Aí percebemos que muitas vezes nos colocamos à frente dela e permitimos que a precipitação tome conta daquilo que somente nós deveríamos ter o comando.
Na minha memória estarás sempre como alguém que já foi importante, independentemente de tudo o resto.

Ao B.:
Amor com amor se paga, e ninguém gosta de pagar aquilo que não deve. Em contrapartida, apenas espero que consigas tudo aquilo que queres e que saibas que te admiro bastante por tudo aquilo que és.

Ao Gerard Butler:
És a pessoa com quem mais partilho sorrisos via TV. Interessante, não?


À Lady Gaga:
És uma mulher deveras arrojada. Desde os vestidos com carne crua aos penteados exageradamente vistosos, admiro a tua originalidade, embora nem ela me consiga convencer a gostar histericamente das tuas músicas (safa-se uma ou outra, vá)!

Aos que ignoram os meus "bons dias":
O meu orgulho manda-me não vos falar nos próximos tempos, de cada vez me cruzar convosco na calçada da rua. Desculpem lá qualquer coisinha, mas é mais forte do que eu!

Esta foi a primeira etapa do desafio a que aderi. Confesso que o julgava mais fácil e talvez menos extenso. Contudo, aqui está um dos posts mais lamechas que alguma vez escrevi!

2 comentários:

Ana, Dona do Café disse...

:) Está engraçada a ideia.
Bom fim-de-semana. beijinho

Zen disse...

Mencionares a Lady Gaga é de morte LOL