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sexta-feira, 16 de abril de 2010

Quando o terror me abraça


Como é possível alguém não se importar
Contigo, com o teu coração, com a tua alma.
Como é possível alguém ignorar
O teu sorriso, a tua voz, a tua calma.

A curiosidade tem sido constante
A cada segundo, a cada minuto que passa
Mas todos os sorrisos fogem
Quando o terror me abraça.

Mil e um pensamentos,
Mil e uma possibilidades.
Todos eles ilusões,
Todas elas futilidades.

Já é pouco o que resta,
Já nada é o que importa.
Um todo instinto contesta,
Apenas um acto se comporta.

O que pensarão, o que dirão,
Tudo ou nada acontecerá.
As dúvidas, todas elas extintas
E toda uma verdade que se dirá.

A alguém muito genuíno. A ti.

E isto, porque todas dúvidas haverão de se dissipar.

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