Mensagens

A mostrar mensagens com a etiqueta Trapalhadas

Eu e os transportes públicos, a combinação perfeita!

Adoro (ou talvez não) aqueles momentos em que penso que estou atrasada para o autocarro, chego à paragem por entre correrias e entro no primeiro semelhante que me aparece à frente, pelo que acabo por verificar, através dos gritos externos ao veículo, que não fiz a escolha certa. Melhores ainda, são os segundos seguintes, nos quais os restantes indivíduos que aguardam a sua vez para seguir um trajecto chegam à mesma conclusão que eu! Creio que será duvidoso se eu disser que, todos os dias, me desloco desta forma para a escola.

Dias em branco

Imagem
Os dias têm sido passados por entre dilemas, diria até que melodramas de quem tem a mania de que sabe tudo e, posteriormente, acaba por perceber que se enganou com uma profundidade acentuada. É como se, de repente, nascesse em mim o desejo de fazer tudo sem ter tempo, disponibilidade psicológica e vontade para tal, o que acaba por se revelar deveras contraditório , sei-o bem. Quero acreditar que tais factos se devem ao actuar das hormonas, nestes últimos dias em que os papéis do governo me registam como sendo adolescente. Obrigado, Leonardo, pelo título deste post .

Das ocupações interessantes

Por estes lados, os dias têm sido passados por entre os livros de Matemática e as espreitadelas ao restante mundo. Tudo demasiado fascinante, tal como se pode verificar! Desta feita, espera-se que a próxima Quarta-Feira (data do teste intermédio) se aproxime o mais rapidamente possível, para que este isolamento social, forçado pelas minhas escolhas e pela educação portuguesa, se dissipe sem que se dê por isso!

R.

Imagem
Tenho saudades dos tempos em que me roubavas os cadernos a meio das aulas, porque tinhas a mania de não copiar as coisas do quadro.

Carnívora até nos pensamentos

Imagem
Há uns dias atrás dirigi-me aqui , pelo que constatei que o corpo humano é deveras fascinante e um pouco diferente no que respeita à noção que eu tinha de alguns dos seus constituintes. Basicamente a exposição consistia no desvendar do interior da nossa massa óssea, muscular e de órgãos, fatia a fatia (no sentido directo da expressão) ou no seu todo, com corpos verdadeiros recebidos devido à não identificação das pessoas após a sua morte ou à doação por parte das mesmas. Tudo isto ficaria guardado como uma recordação maravilhosamente enriquecedora, agradável e divertida, se eu não me recordasse das imagens a cada vez que como carne! Começo a achar que se fosse vegetariana tudo seria muito mais fácil.

Juízo (ou a falta dele)

Imagem
A um mês dos dezoito anos, eis que sigo pela rua com uma bochecha inchada, o que, diga-se de passagem, é a coisa mais linda deste mundo! Malditos dentes de siso e maldito juízo que se apresentou tarde e a más horas!

Como eu adoro isto!

O que eu mais detesto nas férias é o facto de ter de voltar às aulas com os sonos trocados, que, por sua vez, apenas se deixam equilibrar algumas semanas depois. Tal facto ser-me-ia indiferente se hoje não tivesse vivido a pior aula da minha vida, a primeira do dia, na qual tive de exigir muito da minha pessoa para me manter intacta e serena, com os olhos minimamente abertos. E, assim, recebo com alegria este início do 2º Período.

2011

Imagem
Poderia começar por dizer que me aconteceram algumas coisas más durante este ano. Contudo, essa não seria a forma mais inteligente de fazer um balanço de algo que está para terminar, dado que grande parte dos momentos menos bons destes meus últimos 365 dias se deram por uma culpa que não morrerá solteira, pelo simples facto de ser minha. Assim, já não me vale de muito chorar uma realidade em que eles pertenceram à minha vida. Lamentações à parte, este foi um óptimo ano. Sorri, ri e chorei de tanto rir; vivi momentos estúpidos com pessoas formidáveis, às quais tenho a sorte de poder chamar de amigos; protagonizei histórias que não poderei contar aos netos; conheci pessoas novas, deixei-me conhecer e percebi que muitas foram as que me passaram ao lado sem que eu desse por isso; tive conversas que já mais poderia imaginar com gente surpreendente ; cantei, dancei e vi os que lá estavam fazerem o mesmo; estudei que me fartei; comecei este blog ao ponto de o deixar pertencer à minha vida; to...

Desafio (11)

Imagem
Quando eu era mais pequena, grande parte das minhas discussões com as minhas amigas era feita através de bilhetinhos, assim como algumas das declarações de amor e fugidas de casa sem aviso prévio proferido. Desta feita, quando vi o desafio de escrever um bilhete à autora do blog Câmara Lenta não consegui resistir. É certo que, quando não se possui o cabo de dados do telemóvel, nem tão pouco se sabe ligar a câmara do portátil (isto porque não o tenho há tanto tempo assim e nunca me dei ao trabalho de ver como funcionava o dito aparelho), recorrendo assim ao Magalhães do inquilino mais novo cá de casa, o resultado não é lá muito famoso, mas cá está ele: "Tarada: Momentos em que vejo a vida em câmara lenta porque já não posso desejar feliz Natal neste bilhete! Portanto, Doido: Vê lá se apanhas umas "bejecas" na passagem d´ano! Que é como quem diz, diverte-te com ou sem bebidas por perto e que 2011 não espere nenhum segundo para te fazer sorrir." Ora pois então, aqui ...

Da mudança do ano

Por mais que a minha personalidade mude com o tempo, acho que isto de alterar algo a cada fim de um ano, ficará cá sempre. Desta feita, foi o blog que sofreu com este meu espírito, até porque já estava a ficar um tanto ao quanto monótono. E, fazendo a vossa justiça, o que acham do novo visual?

Ups, lá se foi mais um!

Algumas rabanadas, uns tantos sonhos e muitos chocolates depois, aqui estou a verificar que mais um Natal passou. Para dizer a verdade, este não foi tão saboreado como outros o foram no passado, dado que o tempo voou, sem tão pouco que me permitir uma contagem decrescente dos dias. Contudo, ficará guardada na minha memória uma magia, como sendo aquela que durou pouco mais de 24 horas e que ficou caracterizada, não pela minha euforia, mas pelos sorrisos dos miúdos ao abrirem os presentes.

Porque o dia começa nostálgico

Imagem
Preciso de acreditar que o fim chegou, quando pouco havia ainda começado, e seguir, assim, por um caminho onde nem o rasto das tuas palavras se deixa ficar.

Das Compras Natalícias

Imagem
Podem chamar-me o que quiserem, mesmo que por isso passe por ser fútil. Certo é que, se pudesse, permaneceria horas sentada num pequeno banco do shopping a observar o movimento das pessoas por entre as correrias características das compras feitas em cima da hora. Por esta altura, esse seria um acto que me daria uma elevada dose de prazer, não só por imaginar a reacção dos presenteados ao abrirem os embrulhos na noite da véspera de Natal, mas também por equacionar os sentimentos com que estes foram comprados. Tempos houvera em que o facto de percorrer quilómetros dentro de um centro comercial me preenchia por ser uma boa forma de passar o tempo e gastar o dinheiro. Contudo, desde que entrei para o secundário e, consequentemente, vi a minha carga horária mais preenchida, encaro as idas ao shopping de uma maneira diferente, como se, em certas alturas, se tratassem de autênticas perdas de horas de vida. Não contradigo, claro está, o meu lado consumista muitas vezes despertado pelo stres...

Por esta altura...

... estou para aqui a pensar na melhor maneira de aproveitar os últimos dias do ano. Por mais que cresça, há coisas que nunca mudam!

Da música para os meus ouvidos

Em momentos como este, sorrio por dentro como uma criança que acabou de receber um doce. Por isso, os próximos dias serão maioritariamente passados a trabalhar para a inutilidade, sem corridas matinais para a paragem do autocarro (que já algumas vezes se fizeram em vão), tempos livres entre aulas completamente ocupados ou noites de forte amizade com os livros, que se dêem ao luxo de estragar os momentos que se avizinham. Assim, espero que tenham umas férias natalícias tão boas ou melhores que as minhas!

Charlie St. Cloud

Imagem
E eu sou uma triste porque ainda choro a ver isto.

No ridículo da coisa

Adoro aqueles momentos em que o(a)-não-sei-das-quantas-que-até-é-simpático(a) se cruza comigo, e eu, por um motivo desconhecido, apenas respondo com as primeiras letras de uma palavra. Chama-se a isto necessidade extrema de férias natalícias que, por sinal, parecem demorar na chegada, ou não estivesse esta semana a passar mais lentamente que todas as outras juntas.

Percebo que os meus amigos são os maiores quando...

... a A. começa o dia a desejar que o Natal passe rápido para que cheguem os saldos.

Do dia de hoje

O Saw 7 3D nunca será um dos meus filmes de terror de eleição.

Daquelas esperas que valem a pena

Imagem
Espero os sonos que duram mais de doze horas. Espero as noites em que me questiono daquilo que posso fazer para ocupar o tempo. Espero os filmes e mais filmes, mesmo que uns seguidos dos outros. Espero as tardes passadas no shopping a fazer as compras natalícias. Espero o cinema. Espero os dias prolongados pela nostalgia do Douro. Espero a bicicleta para “voar” para junto um sítio qualquer, sem pensar na hora de voltar. Espero as noites a passear nas ruas da cidade iluminadas pelo brilho desta época. Espero os cantos natalícios. Espero os chocolates. Espero os jantares de Natal. Espero reencontrar pessoas que já não vejo há muito tempo. Espero as trocas presentes. Espero, espero e espero, todos os segundos que forem necessários para que cheguem estas benditas férias. Espero mais uma semana para que tudo comece a acontecer. E sim, isto é tudo vontade de não ver a escola nos próximos tempos!