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Do meu primeiro emprego

Talvez o facto de eu não me ter sentido de férias nestas duas últimas semanas tenha sido genuinamente preventivo, dado que, pelo que consta, já encontrei o meu primeiro emprego. Para dizer a verdade, não o esperava tão cedo, principalmente porque não fui eu a procurá-lo, mas sim o patriarca cá de casa. Mesmo assim, as expectativas são altas, embora tenha a noção de que me vai custar bastante perder os fins-de-semana. Espero ser capaz de dar conta do recado e que todo o esforço seja recompensado!

(Nem) Toda a gente mente no currículo(?)

Nunca pensei que acabar o meu currículo fosse uma tarefa tão árdua, principalmente tendo em conta a parte na qual tenho de falar sobre as experiências profissionais (que, no auge dos meus 18 anos, são algo de fantástico, diria eu). Digamos que é necessária uma certa dose de imaginação para o fazer (não para mentir, porque não quero utilizar esse tipo de métodos, mas para mencionar, de forma bonita, a minha - tão pouco vasta - lista de actividades), de maneira a que isto é algo que eu dispensava com uma grande facilidade. Ele há coisas do diabo!

Benditos aqueles que sabem tomar decisões

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As decisões de maior importância são aquelas que mais me transtornam, dada a dificuldade que tenho em tomá-las. Sobretudo na fase em que habitam na minha mão todos os sonhos do mundo, por vezes incertos e distorcidos, é certo, mas para os quais conheço o caminho. No entanto, nem sempre o facto de ter a noção do trajecto me permite chegar ao destino desejado, porque coexistem ainda mil e uma outras opções para o percurso. Assim, seria oportuno questionar-me do porquê da existência de uma dificuldade, se possuo cartas, truques e triunfos, mas, no entanto, tal se torna inútil quando me apercebo das consequências de cada acto. E é aí que vive o bicho-de-sete-cabeças. Não é trabalhoso dizer “sim, eu vou fazer isto” ou “não, não vou fazer aquilo”, mas sim medir os prós e os contras daquilo que poderá ser feito.
A fraqueza da espera, do “depois eu penso nisso” e do refúgio nas futilidades do dia-a-dia, é algo geneticamente universal, que me corre no sangue naturalmente, ou não fosse o mapa d…

As eleições vistas por alguém que se considera grande

Hoje foi a primeira vez que votei nesta minha tão curta vida. A sensação foi boa, devo admiti-lo, mas um pouco melhor do que eu imaginava, dado que julguei estar a fazer algo pelo país.
Fiquei também a conhecer os diversos motivos que levam as pessoas a desenhar uma determinada cruz num sítio específico, aquando da sua ida às urnas de votação. Enquanto uns votam nos partidos com menor dimensão política para que os mais fortes não vençam às suas custas, outros, porém, oferecem o seu voto por tradição, contradizendo ainda aqueles que se deixam ficar por casa, sem exercerem o seu direito.
Sei que a minha paixão pela política é quase nula, mas tenho a consciência dos meus deveres enquanto gente grande (ou não). Assim, votei com o mínimo de conhecimento e poderei reclamar perante tudo aquilo que possa ser feito.



Bendito seja o meu ego, que já cresceu uns milímetros!

Um voto, uma (possível) decisão correcta

Bendito Sócrates que decidiu dar o corpo ao manifesto e se foi antes que um tarde demais, em que, obrigatoriamente, teria de assumir e arcar com todas as culpas, desse lugar a tudo isto. Bendita crise política que vai mudar este país, mesmo que não seja para melhor, porque antes piores do que espectadores de algo que permaneceria igual.


Vamos lá ver se dou uso ao meu direito de voto e o estreio o quanto antes!