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Um conceito de vida intelectualmente agitada

Pelos dias que correm, uma vida intelectualmente agitada, pelo menos para estes lados, é sinónimo de noitadas por entre filmes, séries e seus afins; conversas com pessoas que não decoraram aquilo que tinham para dizer, tal como acontecia nos tempos de aulas; e memórias que apenas se baseiam em saber o que fiz, sem que tal esteja associado a um rígido horário, onde não fosse eu intolerante a este tipo de imposições da sociedade. Pois bem, provavelmente, seria uma boa altura para mudar a coisa e começar a estudar para os exames da segunda fase!

Férias, férias e férias

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Três semanas, um dia e quinze horas: eis o tempo que falta para uma das melhores férias de sempre. O plano é simples, quase que inexistente: doze amigos, um T2, confusão diária, lides domésticas sem pés nem cabeça, praia, sol, noites sem fim e tudo aquilo que o futuro tiver para nos oferecer. Não fosse o maldito exame de Matemática e os outros que a ele se seguem, e já eu estaria a preparar as malas (isto sem qualquer tipo de exagero, dado o meu entusiasmo no que respeita a estes acontecimentos)!


Venha de lá esse exame!

Uma ligeira queda para o desastre

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Depois de chorar sobre a água derramada por entre as teclas do meu portátil, dou por mim com saudades de visitar este mundo virtual, ou não fosse a espera por um teclado novo demasiado prolongada. Nesta sequência, apresento as minhas desculpas por não vos ter visitado nos últimos tempos e espero poder fazê-lo em breve. De momento, lanço no ar do meu cómodo quarto a dúvida subjacente ao exame de Português de amanhã. Entre as diferentes matérias, venha o diabo e escolha, já que eu não o posso fazer, pois se tivesse essa oportunidade, seriam Pessoa e os seus dramas a ilustração daquelas tão admiráveis (ou nem tanto assim) páginas. Resta-me, desta forma, desejar a todos aqueles que viram os seus últimos dias passados por entre a mediatriz dos livros escritos na nossa língua, uma badalada de sorte e outra de perspicácia.

Férias (ou talvez não)

O meu livro de curso está quase, quase preenchido com as letras daqueles que comigo se cruzaram nestes três últimos anos. Começo agora a sentir vontade de apertar com muita força certas pessoas, como que a dizer para não se irem embora. Tudo isto para dizer que estou oficialmente de férias ou, por outras palavras, que estou prontinha para mergulhar nas águas tórridas das palavras e dos números que me serão úteis nos exames nacionais.