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Ups, lá se foi mais um!

Algumas rabanadas, uns tantos sonhos e muitos chocolates depois, aqui estou a verificar que mais um Natal passou. Para dizer a verdade, este não foi tão saboreado como outros o foram no passado, dado que o tempo voou, sem tão pouco que me permitir uma contagem decrescente dos dias. Contudo, ficará guardada na minha memória uma magia, como sendo aquela que durou pouco mais de 24 horas e que ficou caracterizada, não pela minha euforia, mas pelos sorrisos dos miúdos ao abrirem os presentes.

I wish you a Merry Christmas

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É certo que, pelas mais variadas razões, esta época pode perder parte da sua magia. Contudo, desejo a todos os meus amorosos seguidores, um Natal cheio de amor, paz, diversão, sorrisos, presentes e toneladas de calorias em forma de chocolate, por entre uma harmonia que se quer familiar.



A noite é vossa, façam dela o que quiserem!

Das Compras Natalícias

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Podem chamar-me o que quiserem, mesmo que por isso passe por ser fútil. Certo é que, se pudesse, permaneceria horas sentada num pequeno banco do shopping a observar o movimento das pessoas por entre as correrias características das compras feitas em cima da hora. Por esta altura, esse seria um acto que me daria uma elevada dose de prazer, não só por imaginar a reacção dos presenteados ao abrirem os embrulhos na noite da véspera de Natal, mas também por equacionar os sentimentos com que estes foram comprados.
Tempos houvera em que o facto de percorrer quilómetros dentro de um centro comercial me preenchia por ser uma boa forma de passar o tempo e gastar o dinheiro. Contudo, desde que entrei para o secundário e, consequentemente, vi a minha carga horária mais preenchida, encaro as idas ao shopping de uma maneira diferente, como se, em certas alturas, se tratassem de autênticas perdas de horas de vida. Não contradigo, claro está, o meu lado consumista muitas vezes despertado pelo stress e…

Da música para os meus ouvidos

Em momentos como este, sorrio por dentro como uma criança que acabou de receber um doce. Por isso, os próximos dias serão maioritariamente passados a trabalhar para a inutilidade, sem corridas matinais para a paragem do autocarro (que já algumas vezes se fizeram em vão), tempos livres entre aulas completamente ocupados ou noites de forte amizade com os livros, que se dêem ao luxo de estragar os momentos que se avizinham.


Assim, espero que tenham umas férias natalícias tão boas ou melhores que as minhas!

No ridículo da coisa

Adoro aqueles momentos em que o(a)-não-sei-das-quantas-que-até-é-simpático(a) se cruza comigo, e eu, por um motivo desconhecido, apenas respondo com as primeiras letras de uma palavra.

Chama-se a isto necessidade extrema de férias natalícias que, por sinal, parecem demorar na chegada, ou não estivesse esta semana a passar mais lentamente que todas as outras juntas.

Daquelas esperas que valem a pena

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Espero os sonos que duram mais de doze horas. Espero as noites em que me questiono daquilo que posso fazer para ocupar o tempo. Espero os filmes e mais filmes, mesmo que uns seguidos dos outros. Espero as tardes passadas no shopping a fazer as compras natalícias. Espero o cinema. Espero os dias prolongados pela nostalgia do Douro. Espero a bicicleta para “voar” para junto um sítio qualquer, sem pensar na hora de voltar. Espero as noites a passear nas ruas da cidade iluminadas pelo brilho desta época. Espero os cantos natalícios. Espero os chocolates. Espero os jantares de Natal. Espero reencontrar pessoas que já não vejo há muito tempo. Espero as trocas presentes. Espero, espero e espero, todos os segundos que forem necessários para que cheguem estas benditas férias. Espero mais uma semana para que tudo comece a acontecer.

E sim, isto é tudo vontade de não ver a escola nos próximos tempos!

Apenas o Natal virá no pensamento

Em momentos como este moveria os ponteiros do relógio para que passassem 24 horas. Tudo isto a favor de uma vida livre e espontânea, cujo fim dos testes será determinado pela Matemática!

Amanhã por esta hora serei uma pessoa mais feliz!

Ao Senhor de Barbas Brancas

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Eis o acordo que te proponho:

Ofereces-me uma destas e eu trato do resto. Boa?

Dezembro

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Eis que, chegado o mês de Dezembro, a minha melancolia andará no seu auge, ou não fosse a época natalícia capaz de me deixar assim. Os próximos dias terão como base o uso e consequente abuso de cachecóis fofinhos, luvas que impeçam gestos minuciosos, camisolas com malhas e mais malhas, caminhadas pelas ruas da cidade ao som de cantos natalícios, vislumbre das luzinhas de Natal que iluminam a calçada e compras com as dúvidas características de quem não faz ideia da reacção do outro ao abrir o presente na noite da véspera do Natal. É certo que ainda faltam 23 dias para que o grande dia chegue, mas para as coisas boas não há antecipação que venha em má hora!

A magia do Natal (1)

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Eu sei que já não tenho idade para isto mas, por esta altura, derreto-me completamente ao assistir à publicidade que passa na televisão. Ele são Barbies, Nenucos, Tituchos, peças Lego, jogos que nos levam horas de vida e brincadeira, e muitos outros objectos capazes de fazer com que qualquer criança escreva uma carta ao Pai Natal. É caso para dizer que devem imaginar aquilo que eu gostaria de estar a redigir neste momento!

E não, não são os meus 17 anos que me roubam a magia do Natal. Nem mesmo com estas circunstâncias perdidas por alguma falta de inocência. A criança continua cá dentro, sempre.